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	<title>Muito Nerd!</title>
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	<description>As coisas mais nerd's da internet!!!</description>
	<pubDate>Mon, 29 Dec 2008 00:21:04 +0000</pubDate>
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		<title>Muito mais que uma lenda, um projeto de CG</title>
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		<pubDate>Mon, 29 Dec 2008 00:06:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>MACSkeptic</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Completando o clima de saudosismo e reverência ao zelda, vou deixar aqui algo que marcou minha passagem pela UFSCar, o projeto final de computação gráfica (sou bacharel em ciência da computação, tendo ingressado em 2004).
Os requerimentos para este projeto eram mais ou menos esses:

Nada de ferramentas de modelagem (C4D, 3DSMAX, Maya, Blender, enfim&#8230;)
Nada de objetos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Completando o clima de saudosismo e reverência ao zelda, vou deixar aqui algo que marcou minha passagem pela UFSCar, o projeto final de computação gráfica (sou bacharel em ciência da computação, tendo ingressado em 2004).</p>
<p>Os requerimentos para este projeto eram mais ou menos esses:</p>
<ul>
<li>Nada de ferramentas de modelagem (C4D, 3DSMAX, Maya, Blender, enfim&#8230;)</li>
<li>Nada de objetos já prontos, apenas sendo importados</li>
<li>Deve-se usar curvas de Hermite para alguma coisa (sugestão: movimento da câmera ou controle de aceleração de objetos)</li>
<li>Devem ser renderizados pelo menos N (se não me engano N eram 2) objetos definidos por vértices.
</ul>
<p>E eis o resultado:</p>
<p><object width="660" height="525"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/bqFxv1BOeSE&#038;hl=en&#038;fs=1&#038;color1=0x3a3a3a&#038;color2=0x999999&#038;border=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/bqFxv1BOeSE&#038;hl=en&#038;fs=1&#038;color1=0x3a3a3a&#038;color2=0x999999&#038;border=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="660" height="525"></embed></object></p>
<p>O projeto foi desenvolvido utilizando C#, com o port de openGL <a target="_blank" href="http://csgl.sourceforge.net/" target="blank" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/csgl.sourceforge.net');">CsGL</a>. O CsGL foi descontinuado, hoje a melhor opção para quem quer usar openGL com C# é o <a target="_blank" href="http://www.taoframework.com/" target="blank" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.taoframework.com');">TAO Framework</a>.</p>
<p>Esse foi um dos pouquíssimos trabalhos que não passou pelo controle de qualidade infalível do Jedi (Vinicius Pereira) - o cara que acha (pelo menos) um bug nas páginas do Terra por semana, mas felizmente deu tudo certo.</p>
<p>Devem ser dados os devidos créditos a:</p>
<ul>
<li>Jackson Borsatto: por descobrir como funciona o esquema das texturas e dos sons</li>
<li>Nintendo: leia o <a href="http://www.muitonerd.org/games/mais-do-que-um-jogo-uma-lenda/" target="blank">post anterior</a> <img src='http://www.muitonerd.org/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' title="Muito Mais Que Uma Lenda, Um Projeto De Cg" /> </li>
</ul>
<p><span id="more-296"></span></p>
<p>Bom, quem me conhece sabe que a minha passagem pela Universidade Federal de São Carlos não foi das coisas mais felizes que aconteceram na minha vida. Um tanto de expectativa frustrada, um momento emocional nada favorável, e uma penca de professores que adoram nivelar o pessoal por baixo&#8230; Pode se dizer que dos 3 anos inteiros que passei lá, foram aproveitáveis, no máximo, 2 ou 3 mêses (se juntar tudo) - o resto foi tempo literalmente jogado fora mesmo.</p>
<p>Mas, críticas ao modelo educacional medíocre à parte, tudo começou no começo da disciplina de computação gráfica. O professor titular não daria a matéria (não me lembro por qual razão), e veio um substituto, que não era especialista no assunto.</p>
<p>A primeira aula foi teórica, muitas matrizes, muitas multiplicações de matrizes, muito número, muito cálculo na mão, muitas pessoas dormindo. Depois da segunda aula, que foi um pouco mais prática eu estava &lt;sarcasmo&gt; SUPER MOTIVADO!!! &lt;/sarcasmo&gt; Lembro que foi passado um trabalho (&lt;sarcasmo&gt;oba!&lt;/sarcasmo&gt;), algo relacionado a desenhar um cubo usando openGL, em C/C++ (&lt;sarcasmo&gt;o que me deixou ainda mais feliz&lt;/sarcasmo&gt;). Era um grupo de quatro pessoas, quando nos reunimos eu basicamente fiquei longe do computador, sentado num puff dando palpite e expressando meu amor e carinho por aquilo tudo.</p>
<p>No fim do dia, com o trabalho teoricamente finalizado, voltei pra casa e dei uma olhada no código&#8230; aquilo ali era matemática, e programação. Apesar de ser código nojento de C/C++, tinha lá a sua beleza. Consegui ver algumas possibilidades&#8230; Quando encontrei o CsGL então, programar em C#? Agora sim!</p>
<p>Foi quando eu disse, no dia seguinte, ao resto do grupo: &#8220;vou fazer um baú nesse negócio, e dele vai sair a triforce&#8221;. O que eu recebi como resposta foram risadas, que eu já esperava. Mas eu estava falando sério&#8230; Passei o próximo fim de semana lendo o <a target="_blank" href="http://fly.cc.fer.hr/~unreal/theredbook/" target="blank" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/fly.cc.fer.hr');">red book</a> e desenvolvendo a primeira parte do plano.</p>
<p>Na aula seguinte, já no laboratório, mostrei o que tinha feito para o restante do grupo. Rolou um certo silêncio, e a gente resolveu mostrar aquilo pro professor. Primeiro ele não acreditou que tinha sido algo feito por nós - o que me forçou a explicar o código. O que deixou ele feliz, o que fez com ele nos deixasse em paz para jogar Winning Eleven durante as aulas (o Jedi levava inclusive um gamepad pra rolar uns 1&#215;1).</p>
<p>Ao longo do semestre o negócio foi ficando mais elaborado - cada semana com um objeto novo, até que em um certo ponto tínhamos quase tudo modelado e com texturas, só faltava fazer alguma coisa com aquilo tudo. À essa altura a especificação do trabalho final já tinha sido anunciada, e só não estavamos cumprindo a curva de Hermite.</p>
<p>O resto do pessoal do grupo colaborou fazendo boa parte os projetos idiotas que o professor pedia como trabalhos semanais - o tipo de coisa que eu definitivamente não colocaria minha mão.</p>
<p>Bom, depois que o Jackson me mostrou como funcionava o esquema dos sons, passei um dia todo brincando de diretor, pensando nos keyframes e nos deslocamentos de câmera (usando a bendita curva de hermite). No fim do dia eu lembro que não conseguia mais olhar pra cara daquele negócio - de tantas vezes que re-passei a cena para controlar as equações dos keyframes.</p>
<p>Mas o resultado foi bastante satisfatório, acho que deve ter sido a matéria mais produtiva e divertida (indiretamente) que eu tive na faculdade (tirando, é claro, as optativas de filosofia com o Wolfgang Leo Maar - uma das poucas figuras que tinha o perfil que eu esperava encontrar nos professores da faculdade). Foi algo que me deixou orgulhoso.</p>
<p>Pra quem se interessar (não custa tentar né?), pode baixar o código <a target="_blank" href="http://shev.com.br/ProjetoFinalDeCG.rar" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/shev.com.br');">aqui</a>. É uma solution de .net 2.0 (não tinha saído o 3.0/3.5 na época), mas com o wizard de conversão ela compila em 3.5 sem problemas. Todas as dependências estão inclusas, e tem um binário pronto também. O tamanho é isso tudo porque só colocamos as texturas e sons de última hora, e só encontramos uma API para &#8220;bmp&#8221; e &#8220;wav&#8221;.</p>
<p>Ah, só pra completar o post, fica aí uma dica, o &#8220;Dark Sage&#8221;, animação criada pelo Coloniser, no YouTube, é imperdível pra quem gosta de Zelda. A qualidade do curta é incrível:</p>
<p><object width="660" height="525"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/Hp8dQhyJRBs&#038;hl=en&#038;fs=1&#038;color1=0x3a3a3a&#038;color2=0x999999&#038;border=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/Hp8dQhyJRBs&#038;hl=en&#038;fs=1&#038;color1=0x3a3a3a&#038;color2=0x999999&#038;border=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="660" height="525"></embed></object></p>
<p>[ ] &#8217;s</p>
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		<title>Mais do que um jogo, Uma Lenda</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Dec 2008 13:43:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>MACSkeptic</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Os tempos mudam, mas a lenda continua: um vilão sombrio, uma princesa em apuros, e um pequeno garoto com sua túnica verde é a única esperança de salvação para o reino. Como tantas outras lendas, a história de Link, Zelda e Gannon/Gannondorf sofreu várias alterações ao longo dos anos, contada e re-contada de tantas formas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os tempos mudam, mas a lenda continua: um vilão sombrio, uma princesa em apuros, e um pequeno garoto com sua túnica verde é a única esperança de salvação para o reino. Como tantas outras lendas, a história de Link, Zelda e Gannon/Gannondorf sofreu várias alterações ao longo dos anos, contada e re-contada de tantas formas a cada nova geração. Um legado tão marcante que é difícil, senão impossível, encontrar uma outra franquia que seja tão marcante. Os 22 anos (é, estamos ficando velhos) de sua existência fizeram de Link e sua turma um dos ícones máximos do mundo dos games.</p>
<p><a href="http://www.muitonerd.org/wp-content/uploads/2008/12/thehistoryofzelda20081217035832787.jpg" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/downloads/jpg/thehistoryofzelda20081217035832787.jpg');"><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; border-top: 0px; margin-right: auto; border-right: 0px" title="O nascer de uma lenda" border="0" alt="O nascer de uma lenda" src="http://www.muitonerd.org/wp-content/uploads/2008/12/thehistoryofzelda20081217035832787-thumb.jpg" width="644" height="395" /></a> </p>
<p>Nesse artigo tento contar um pouco da história de uma das maiores séries de toda a história dos games, mostrando o porque ela é tão importante e, quem sabe, transmitindo um pouquinho do que me faz ter tanto respeito, admiração e carinho pela Nintendo.</p>
<p>Antes de mais nada, aviso que deixei alguns jogos muitíssimo importantes de fora desse artigo - como o “Phantom Hourglass”, por exemplo – visto que o mesmo estava tornando-se demasiadamente extenso.</p>
<p>Outro ponto a se notar, é que este não é um post simplesmente sobre games, é algo para se considerar em nossas vidas, na forma como buscamos e encaramos desafios - ou nos aquietamos ante a comodidade de uma zona de conforto </p>
<p> <span id="more-291"></span></p>
<p><strong><font color="#80ffff">O nascer de uma lenda</font>&#160;</strong></p>
<p>Quando a Nintendo, em meados dos anos 80, lançou o NES (Nintendo Entertainment System – popular “nintendinho” – que, diga-se de passagem, não é da minha época), ele era o hardware mais poderoso em todo o mercado. Porém, o design dos jogos que surgiam permanecia sendo comparável ao que se encontrava nos tempos de Atari – com jogos de apenas uma tela e sem fazer uso do poder de processamento do novo console.</p>
<p>Mas, para nossa sorte, a gigante e eterna vanguarda dos games tinha (e tem) em seu staff um dos maiores contribuidores para a evolução dos games ao longo das gerações. O nome dele: Shigeru Miyamoto.</p>
<p>Nessa época, ele começou a trabalhar “só” em dois jogos que mudariam completamente a história dos consoles: Super Mario Bros. (acho que o <strong><u>primeiro</u></strong> sidescroller dispensa quaisquer comentários) e em um projeto misterioso, que utilizaria toda a capacidade de armazenamento dos cartuchos da época, mais o <strong><u>inédito</u></strong> sistema de salvar o progresso ao longo do jogo.</p>
<p><a href="http://www.muitonerd.org/wp-content/uploads/2008/12/thehistoryofzelda20081217035820662.jpg" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/downloads/jpg/thehistoryofzelda20081217035820662.jpg');"><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; border-top: 0px; margin-right: auto; border-right: 0px" title="Shigeru Miyamoto" border="0" alt="Shigeru Miyamoto" src="http://www.muitonerd.org/wp-content/uploads/2008/12/thehistoryofzelda20081217035820662-thumb.jpg" width="644" height="279" /></a> </p>
<p>A idéia dele para o misterioso projeto? Misturar elementos de vários gêneros: aventura, puzzle, exploração, ação, rpg. Muita gente consideraria isso uma loucura, ainda mais naqueles tempos. Afinal, ainda hoje vemos tantas aberrações que nascem de tentativas frustradas, de companhias renomadas inclusive (um exemplo não tão recente: Ubisoft – Dark Messiah Of Might And Magic [se você não jogou e/ou não sabe o que é, eu recomendo fortemente que continue assim]), de misturar sabores tão distintos do mundo dos games.</p>
<p>Como sempre foi sua postura, a idéia da grande mente criativa de Miyamoto era criar algo cujo apelo se baseia na simplicidade exarcebada, algo que pode ser entendido até por uma criança – mas que, se explorado, pode mostrar uma complexidade e profundidade para prender a atenção do mais exigente dos gamers. Eis que surge, “The Legend Of Zelda”:</p>
<p><a href="http://www.muitonerd.org/wp-content/uploads/2008/12/thehistoryofzelda20081217035819412.jpg" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/downloads/jpg/thehistoryofzelda20081217035819412.jpg');"><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; border-top: 0px; margin-right: auto; border-right: 0px" title="Primeiro Zelda" border="0" alt="Primeiro Zelda" src="http://www.muitonerd.org/wp-content/uploads/2008/12/thehistoryofzelda20081217035819412-thumb.jpg" width="484" height="111" /></a>A premissa do jogo é bem simples: controla-se Link, um pequeno garoto, com uma quest de proporções épicas – juntar as três partes da triforce e salvar o reino de Hyrule das trevas.</p>
<p>Acostumados a games de uma tela só e sem o caráter de exploração proposto para o Zelda, muitos foram críticos e se sentiram agredidos pela falta de direcionamento que o jogo provê. Não há um caminho claro que o jogador deve seguir, cabe a ele explorar e descobrir o fantástico mundo de Hyrule, embarcando nessa aventura incrível por conta própria.</p>
<p>Mesmo com a resistência e pressão, Miyamoto manteve-se firme na idéia de quebra de paradigma – acreditando que as pessoas iríam se comunicar, trocar idéias, desvendar cada uma um pedacinho do mistério por trás do destino do jovem Link, tornando-o bem menos intimidador.</p>
<p>As vendas do primeiro jogo foram um sucesso sem par, tanto no Japão, quanto nos EUA e no resto do mundo.</p>
<p><a href="http://www.muitonerd.org/wp-content/uploads/2008/12/thehistoryofzelda20081217035844271.jpg" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/downloads/jpg/thehistoryofzelda20081217035844271.jpg');"><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; border-top: 0px; margin-right: auto; border-right: 0px" title="Master Sword" border="0" alt="Master Sword" src="http://www.muitonerd.org/wp-content/uploads/2008/12/thehistoryofzelda20081217035844271-thumb.jpg" width="484" height="364" /></a></p>
<p>Porém, o que fôra entregue neste período não foi apenas um game revolucionário (aliás dois, se contarmos que o Super Mario Bros. foi lançado bem próximo ao primeiro Zelda). Trata-se de muito mais que um sucesso absoluto de vendas. Trata-se de revolucionar o mundo dos games de um modo geral. Afinal, imagem quantas idéias não surgiram, de outros desenvolvedores, a partir do modelo de sidescroller e da possibilidade de salvar o progresso? Parece simples e trivial, mas é praticamente a invenção da roda.</p>
<p><strong><font color="#80ffff">Novos rumos</font></strong></p>
<p>Uma coisa que aprendi em minha carreira como desenvolvedor é que nós temos uma tendência muito forte de acomodação, uma vez que tenhamos conquistado um espaço confortável. Esse conceito foi sacramentado em minha vastíssima (mas tão incompleta ainda) knowledge base por um grande gerente com quem tive oportunidade de trabalhar em meu emprego anterior – nós só crescemos e evouímos de verdade quando deixamos essa zona de conforto e damos a cara a bater, assumindo riscos e desafiando o que se considera “impossível”.</p>
<p>Por que eu estou dizendo isso? Porque é exatamente isso que torna Shigeru Miyamoto alguém tão ímpar no mundo corporativo – a audácia de quebrar o que se tem como “correto” e “imutável” a cada nova idéia, e a persistência para defender essa nova idéia incessantemente.</p>
<p>Para o inevitável “Zelda 2”, o grande ícone da toda poderosa Nintendo resolveu mudar tudo de novo, adotando um modelo mais linear, mais baseado em ação do que exploração. Com um sidescroller ao invés de uma vista top down.</p>
<p><a href="http://www.muitonerd.org/wp-content/uploads/2008/12/thehistoryofzelda20081217035809646.jpg" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/downloads/jpg/thehistoryofzelda20081217035809646.jpg');"><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; border-top: 0px; margin-right: auto; border-right: 0px" title="Segundo Zelda" border="0" alt="Segundo Zelda" src="http://www.muitonerd.org/wp-content/uploads/2008/12/thehistoryofzelda20081217035809646-thumb.jpg" width="484" height="164" /></a></p>
<p>O novo jogo, entitulado “Adventure of Link”, foi uma mudança tão radical no modelo anterior que sequer manteve o nome “Zelda”. A arte um pouco mais adulta e sombria, mostrando um Link crescido em contraste com o jovem garotinho que apareceria em tantos outros jogos da série.</p>
<p>Naturalmente a crítica, interna e externa, chiou bastante. Mas, até pelo sucesso descomunal do primeiro jogo, as vendas foram relativamente boas para os padrões dos clássicos da Nintendo (ótimas se considerar um comparativo com títulos “normais”).</p>
<p>Apesar do relativo sucesso e da audácia de mexer em uma fórmula que havia dado tão certo, o segundo jogo ainda hoje é visto como a grande ovelha negra do mundo de Zelda, torcendo narizes por onde quer que seja mencionado.</p>
<p><a href="http://www.muitonerd.org/wp-content/uploads/2008/12/thehistoryofzelda20081217035822912.jpg" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/downloads/jpg/thehistoryofzelda20081217035822912.jpg');"><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; border-top: 0px; margin-right: auto; border-right: 0px" title="Link e a Master Sword" border="0" alt="Link e a Master Sword" src="http://www.muitonerd.org/wp-content/uploads/2008/12/thehistoryofzelda20081217035822912-thumb.jpg" width="644" height="484" /></a><strong><font color="#80ffff"></font></strong></p>
<p><strong><font color="#80ffff">O joio e o trigo</font></strong></p>
<p>O que esperar de uma empresa de jogos que cria uma franquia que, com apenas 2 jogos lançados, chegou a casa de 10 milhões de vendas?</p>
<p>A resposta parece simples, e está na ponta de língua de qualquer pessoa que acompanha o mundo dos games: re-hashes.</p>
<p>O que eu quero dizer com “re-hash”? Seria algo como “mais do mesmo”, muda-se uma roupa aqui, um mapa ali, adiciona-se um ou dois inimigos novos e estamos prontos para o lançamento de uma continuação – cujas vendas são garantidas, afinal, é mais de uma fórmula que está nas graças do público.</p>
<p>[I’m looking @ you Square Enix and all the f*cking FF…]</p>
<p>Bom, com a Nintendo não é bem assim que a coisa funciona… e isso talvez faça parte do que torna seus fans tão fanáticos e leais.</p>
<p><strong><font color="#80ffff">A longa espera</font></strong></p>
<p>5, CINCO, anos se passaram desde o lançamento do segundo Zelda. Já estamos nos anos 90, e a Nintendo já lançou o SNES (Super Nintendo Entertainment System – popular “super nintendo”, esse já é do meu tempo hehe).</p>
<p>Muita coisa mudou em tanto tempo. Novo hardware. Novos fans. Novos paradigmas. Novos conceitos. Um novo Zelda, agora, teria que ser, novamente, algo miraculoso para causar o impacto de outrora – agora que o mercado dos games parece tão mais maduro e desenvolvido.</p>
<p>Para começar, temos um novo Link, abandonando a velha juba loira para adotar um estranho cabelo rosado, mas ainda como uma tarefa de proporções épicas:</p>
<p><a href="http://www.muitonerd.org/wp-content/uploads/2008/12/thehistoryofzelda20081217035843084.jpg" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/downloads/jpg/thehistoryofzelda20081217035843084.jpg');"><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; border-top: 0px; margin-right: auto; border-right: 0px" title="SNES" border="0" alt="SNES" src="http://www.muitonerd.org/wp-content/uploads/2008/12/thehistoryofzelda20081217035843084-thumb.jpg" width="484" height="214" /></a> </p>
<p>A história do terceiro jogo, “A Link to the Past”, é bem mais rica e bem detalhada, introduzindo detalhes importantes sobre nosso héroi, sobre o maligno Gannon, e sobre o próprio reino de Hyrule e seu passado. Apresentando todo um universo de descobertas para o jogador.</p>
<p>Aliás, uma das marcas registradas da Nintendo, que é possível graças ao fato de ela desenvolver tanto hardware quanto software, é mostrar – a cada nova geração – o quanto as third parties estão longe de utilizarem o potencial completo de seus sistemas.</p>
<p>Bastam alguns momentos na companhia de Link para perceber o quanto a nova Hyrule é mais viva, a chuva, os trovões, as transparências, os pequenos detalhes mostram claramente o poder do SNES.</p>
<p>Desta vez não houve revolução de jogabilidade ou quebra de sequência, a surpresa – e o grande sucesso do game – são fruto do fator apresentação. Por tudo dito acima, o jogo é praticamente uma obra de arte, demonstrando todo o poder da nova plataforma.</p>
<p>Pouco tempo depois viriam “Link’s Awakening” (com seu longinquo futuro remake “Link’s Awakening DX”), respectivamente para Game Boy e Game Boy color. Ambos oferecem uma jogabilidade e uma apresentação bem similar a “A Link to the Past”, porém para os portáteis – o que não deixou de ser um grande desafio, dada a desproporção na capacidade de processamento se comparados ao SNES.</p>
<p><a href="http://www.muitonerd.org/wp-content/uploads/2008/12/thehistoryofzelda20081217035841849.jpg" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/downloads/jpg/thehistoryofzelda20081217035841849.jpg');"><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; border-top: 0px; margin-right: auto; border-right: 0px" title="master sword" border="0" alt="master sword" src="http://www.muitonerd.org/wp-content/uploads/2008/12/thehistoryofzelda20081217035841849-thumb.jpg" width="484" height="429" /></a> </p>
<p><strong><font color="#80ffff">A era das trevas</font></strong></p>
<p>Durante muito tempo após o sucesso absoluto das versões para SNES e Game Boy, a Nintendo deixou a série dormente – eventualmente fornecendo os direitos de uso de sua marca a terceiros, como a Philips. O resultado deixou bem claro o quanto isso foi uma péssima idéia.</p>
<p>Foram lançados alguns jogos, de acabamento pra lá de duvidoso, que fizeram com que a parceria logo chegasse a um fim.</p>
<p>O porque deste descaso com a série por parte da Nintendo era no mínimo estranho à época. Por que abandonar uma série de tanto sucesso? Será que acabaram os planos da gigante dos games para o nosso simpático herói?</p>
<p><strong><font color="#80ffff">Para além da zona de conforto</font></strong></p>
<p>Adentramos à próxima geração dos consoles, e ao primeiro “erro” estratégico da Nintendo no mercado dos games. Pela primeira vez em mais de uma década ela se viu atrás no mercado de consoles. O Nintendo 64, embora fosse o console mais poderoso do mercado em termos de processamento, ficava atrás do então revolucionário playstation.</p>
<p>Estamos no início dos jogos 3D. Os desenvolvedores começam a testar desesperadamente novas fómulas para converter seus sidescrollers [copiados…] para o novo universo. O resultado na maior parte das vezes se mostra catastrófico. Problemas com câmera e controles ruins são abundantes nesta época. O mundo dos games 3D parece um grande live alpha. Os únicos que conseguíam obter algum sucesso imediato eram os jogos baseados em um pseudo 3D. Utilizando modelos tridimensionais, mas a mesma mecânica top down bidimensional da geração passada.</p>
<p>E, novamente, cinco anos já se passaram desde o último Zelda lançado pela Nintendo.</p>
<p>Durante anos o pessoal da big N se dividiu, novamente, entre seus dois filhos pródigos. Com o intuito claro q exclusivo de mostrar para o mundo dos games como se faz um jogo de plataformas verdadeiramente 3D.</p>
<p>Várias idéias foram trocadas entre os times de Mario 64 e Zelda, aproveitando muitos conceitos nascidos em um jogo, no outro. Mas o que a Nintendo tinha em mente, além de dar uma verdadeira aula de como se deve utilizar uma <strong><u>câmera e controles em jogos 3D</u></strong> com o Mario 64, era algo talvez ainda maior para o Zelda. E por maior entende-se talvez o momento mais fantástico em toda a história dos jogos - “The Ocarina of Time”.</p>
<p><a href="http://www.muitonerd.org/wp-content/uploads/2008/12/thehistoryofzelda20081217035805896.jpg" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/downloads/jpg/thehistoryofzelda20081217035805896.jpg');"><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; border-top: 0px; margin-right: auto; border-right: 0px" title="O maior jogo de todos os tempos" border="0" alt="O maior jogo de todos os tempos" src="http://www.muitonerd.org/wp-content/uploads/2008/12/thehistoryofzelda20081217035805896-thumb.jpg" width="484" height="233" /></a> </p>
<p>O problema é que um Zelda é um jogo muito mais complexo que um simples jogo de plataformas, como o Mario. É preciso atacar, se defender, se esquivar – enfim, é preciso ter um certo nível de controle das adjacências. Uma sensação certamente bastante complicada de se traduzir para um modelo 3D, mesmo com a poderosa câmera utilizada pela Mario 64, o tempo de reação ainda não seria rápido o bastante para desviar de um golpe mortal de um chefe de dungeon.</p>
<p>Aí você vai dizer que em qualquer jogo 3D decente é possível fixar a visão no inimigo que se está enfrentando, para que se consiga ter controle da ação, correto? Mas sabem de quem foi essa idéia?</p>
<p>Em mais um jogo sob a tutela de Miyamoto, o <strong><u>Z-Targeting</u></strong>, ou Target Lock, seria introduzido para o mundo dos jogos no próximo Zelda, como mais uma novidade tão simples, mas tão necessária, da Nintendo.</p>
<p><a href="http://www.muitonerd.org/wp-content/uploads/2008/12/thehistoryofzelda20081217035849474.jpg" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/downloads/jpg/thehistoryofzelda20081217035849474.jpg');"><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; border-top: 0px; margin-right: auto; border-right: 0px" title="Ocarina Of Time" border="0" alt="Ocarina Of Time" src="http://www.muitonerd.org/wp-content/uploads/2008/12/thehistoryofzelda20081217035849474-thumb.jpg" width="484" height="173" /></a> </p>
<p>“The Ocarina Of Time” é considerado pela esmagadora maioria da crítica, e por grande parte dos jogadores, como nada menos que <strong><u>o melhor</u></strong> jogo de todos os tempos.</p>
<p>Não é justo dizer muita coisa sobre o jogo, palavras seríam muito injustas para descrevê-lo. Apenas fica o conselho, se gosta de games e não o jogou, faça-o, urgentemente!</p>
<p><a href="http://www.muitonerd.org/wp-content/uploads/2008/12/thehistoryofzelda20081217035803631.jpg" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/downloads/jpg/thehistoryofzelda20081217035803631.jpg');"><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; border-top: 0px; margin-right: auto; border-right: 0px" title="Link x Gannondorf" border="0" alt="Link x Gannondorf" src="http://www.muitonerd.org/wp-content/uploads/2008/12/thehistoryofzelda20081217035803631-thumb.jpg" width="644" height="484" /></a> </p>
<p><strong><font color="#80ffff">Re-hash?</font></strong></p>
<p>Logo na sequência do lançamento de “The Ocarina of Time”, a Nintendo lançou uma história paralela, ambientada no universo do jogo anterior. O jogo, “The Majora’s Mask” apresentou algumas novidades, como&#160; o sistema de máscaras que proporcionavam ao jogador a possibilidade de se transformar nas diversas raças presentes em Hyrule e também uma temática bem mais sombria do que os outros jogos da série.</p>
<p>Porém, “The Majora’s Mask” sentia claramente a falta do grande criador das séries, Shigeru Miyamoto – e o jogo não teve a mesma “mágica” que transformou o anterior em algo tão épico. Talvez até pelo já crescente desinteresse das pessoas pelo Nintendo 64, à época já superado pelo playstation. O jogo, não chega a ser um re-hash, pois a mecânica e a jogabilidade foram bastante alteradas com relação a seu antecessor – porém o mesmo marca o título com o número de vendas mais baixo na história da franquia, não chegando a casa dos 4 milhões.</p>
<p><strong><font color="#80ffff">Outsourcing</font></strong></p>
<p>No período de decadência do N64, a Nintendo novamente entrou em recesso no que diz respeito à produção de novos Zelda’s. Mais uma vez, a big-N decidiu terceirizar a produção de um jogo da franquia para alguma outra empresa.</p>
<p>Porém, desta vez a escolha mostrou-se bem mais feliz e bem sucedida do que o que ocorrera no passado com a Philips. O parceiro em questão? Ninguém menos que a Capcom.</p>
<p>Neste período, foram lançados dois Zelda’s irmãos para os portáteis - “Oracle of Seasons” e “Oracle of Ages”. Ambos introduziram novos e únicos puzzles envolvendo tarefas que transcendem as estações e o próprio tempo. A idéia seria que os jogos fossem jogados em sequência, em qualquer ordem. Ao término de um, ganhava-se um password para desvendar mais coisas no outro.</p>
<p>A história nos conta o sucesso desta parceira, tendo os 2 games vendido, juntos, mais de 8 milhões de cópias.</p>
<p><strong><font color="#80ffff">WTF?!</font></strong></p>
<p>Mesmo com o grande sucesso dos jogos desenvolvidos pela Capcom, os velhos fans de Zelda estavam sentindo a falta de um novo jogo com a magia que só a Nintendo sabe como criar. Depois do quanto se elevou o patamar com “The Ocarina of Time”, a expectativa por um novo jogo sob a tutela do Miyamoto era quase incontrolável.</p>
<p>Porém, com o lançamento do Game Cube, a Nintendo decidiu mostrar o que é uma de suas características mais marcantes: saber o que os gamers realmente querem, melhor do que eles próprios. Quando todos nós esperávamos ansiosamente por um novo Ocarina, com o visual que o console com o hardware mais poderoso da geração poderia propiciar, quão grande não foi nossa surpresa quando a gigante japonesa nos mostrou isso:</p>
<p><a href="http://www.muitonerd.org/wp-content/uploads/2008/12/thehistoryofzelda20081217035848021.jpg" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/downloads/jpg/thehistoryofzelda20081217035848021.jpg');"><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; border-top: 0px; margin-right: auto; border-right: 0px" title="WTF?!" border="0" alt="WTF?!" src="http://www.muitonerd.org/wp-content/uploads/2008/12/thehistoryofzelda20081217035848021-thumb.jpg" width="484" height="364" /></a> </p>
<p>O simples trailer do jogo causou um alvoroço tanto na crítica, quanto nos fans. Muitos se sentiram extremamente frustrados pela falta de “maturidade” que o novo jogo apresentava. Outros tantos sentiram um ar lúdico e saudosista com o novo conceito, lembrando os velhos tempos de “Link’s Awakening” e “A Link to the Past”.</p>
<p><a href="http://www.muitonerd.org/wp-content/uploads/2008/12/thehistoryofzelda20081217035812381.jpg" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/downloads/jpg/thehistoryofzelda20081217035812381.jpg');"><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; border-top: 0px; margin-right: auto; border-right: 0px" title="WW" border="0" alt="WW" src="http://www.muitonerd.org/wp-content/uploads/2008/12/thehistoryofzelda20081217035812381-thumb.jpg" width="436" height="166" /></a> </p>
<p>Mais as mudanças não pararam simplesmente em adotar um belo cellshading como engine gráfica para o game. O mundo de Hyrule estava tomado pelo oceano, restando apenas algumas ilhas para se explorar.</p>
<p>Com isso, nosso herói precisou ganhar um barco para se locomover de ilha em ilha, em sua quest para salvar Hyrule mais uma vez.</p>
<p><a href="http://www.muitonerd.org/wp-content/uploads/2008/12/thehistoryofzelda20081217035816974.jpg" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/downloads/jpg/thehistoryofzelda20081217035816974.jpg');"><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; border-top: 0px; margin-right: auto; border-right: 0px" title="Wind Waker" border="0" alt="Wind Waker" src="http://www.muitonerd.org/wp-content/uploads/2008/12/thehistoryofzelda20081217035816974-thumb.jpg" width="484" height="300" /></a> </p>
<p>No fim das contas, os fans, embora ainda tenham continuado sedentos por um Zelda com um design mais voltado para o que se viu em “The Ocarina of Time”, abraçaram o novo jogo – e o mesmo foi um sucesso, inclusive de crítica.</p>
<p>De certo modo, a mudança radical faz muito parte do MO da Nintendo – não abusar de fórmulas que deram certo, arriscar, inovar, mesmo que erre muitas vezes – os acertos acabam sendo bem maiores, e daí nasce o progresso.</p>
<p>Apesar do sucesso de crítica e aceitação dos fans, as vendas foram baixas, na casa dos 2 milhões – devido ao fracasso de marketshare que foi o Game Cube.</p>
<p><strong><font color="#80ffff">Wii want a Revolution</font></strong></p>
<p>Quando a Nintendo mostrou pela primeira vez sua idéia para o próximo Zelda por volta de 2004 – no auge do declínio da geração passada e, especialmente do Game Cube – não seria nada exagerado dizer que a apresentação arrancou lágrimas de fans e críticos ao redor do mundo:</p>
<p><a href="http://www.muitonerd.org/wp-content/uploads/2008/12/thehistoryofzelda20081217035814412.jpg" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/downloads/jpg/thehistoryofzelda20081217035814412.jpg');"><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; border-top: 0px; margin-right: auto; border-right: 0px" title="Twilight" border="0" alt="Twilight" src="http://www.muitonerd.org/wp-content/uploads/2008/12/thehistoryofzelda20081217035814412-thumb.jpg" width="484" height="154" /></a> </p>
<p>A volta ao estilo mais maduro e adulto que consagrou Ocarina, com o poder de processamento sem par do Game Cube. Parecia algo insuperável.</p>
<p>Porém, isso não lhe parece um re-hash? Pegar uma fórmula que funcionou e foi aceita no passado, re-utilizá-la em uma nova geração, adicionando à mesma apenas o visual mais bonito que um novo hardware pode oferecer? Definitivamente isso é algo que não tem a cara da Nintendo.</p>
<p><a href="http://www.muitonerd.org/wp-content/uploads/2008/12/thehistoryofzelda20081217035800162.jpg" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/downloads/jpg/thehistoryofzelda20081217035800162.jpg');"><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; border-top: 0px; margin-right: auto; border-right: 0px" title="Wolf Link" border="0" alt="Wolf Link" src="http://www.muitonerd.org/wp-content/uploads/2008/12/thehistoryofzelda20081217035800162-thumb.jpg" width="484" height="331" /></a> </p>
<p>Uma das idéias para evitar a sensação de deja vu barata que tantas outras produtoras abusam indiscriminadamente foi introduzir uma nova forma para o personagem. No mundo das trevas, nosso herói transformaria-se em um lobo, mudando suas habilidades e a jogabilidade do game de um modo geral.</p>
<p>Ainda assim, não era mudança o bastante para deixar a alta cúpula da big-N satisfeita. Especialmente Miyamoto, que como de costume, teve uma de suas idéias controversas e discutíveis: o que nós precisamos é de uma revolução.</p>
<p>A chave para tornar o novo Zelda um novo épico estaria em movê-lo para a nova plataforma, a nova geração, o novo console da Nintendo, à época entitulado “Revolutions”.</p>
<p>Segurar um jogo tão esperado, que poderia salvar os últimos dias de um console que foi um fracasso para adaptá-lo para uma nova plataforma, sob o risco de deixar aquela sensação de ser um port mal feito, e ainda revelar o quanto o novo console não é lá muito mais poderoso que o Game Cube em termos de hardware?</p>
<p>Hoje todos nós sabemos o quanto essa escolha foi um sucesso, mas você se arriscaria a tomar uma decisão assim?</p>
<p><strong><font color="#80ffff">O Futuro?</font></strong></p>
<p><a href="http://www.muitonerd.org/wp-content/uploads/2008/12/thehistoryofzelda20081217035821646.jpg" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/downloads/jpg/thehistoryofzelda20081217035821646.jpg');"><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; border-top: 0px; margin-right: auto; border-right: 0px" title="Futuro" border="0" alt="Futuro" src="http://www.muitonerd.org/wp-content/uploads/2008/12/thehistoryofzelda20081217035821646-thumb.jpg" width="484" height="364" /></a> </p>
<p>Já corre a notícia que a Nintendo está trabalhando em um novo Zelda, planejado, desde o berço, como um jogo para o Wii. Como sempre, não há informações sobre o possível rumo que este jogo deva tomar.</p>
<p>Se a história nos ensinou algo sobre a Nintendo, é que devemos esperar algo inesperado. Sabemos como ela simplesmente se recusa a se curvar aos desejos de fans e da indústria que adoram continuações baratas para aqueles jogos que deixam aquele gostinho de quero mais.</p>
<p>A gigante japonesa insiste em assumir que sabe melhor o que nós queremos, do que nós mesmos. E até que a história mostre o contrário, é difícil discordar que ela realmente sabe.</p>
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		<title>New Look</title>
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		<pubDate>Sat, 20 Dec 2008 16:20:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>MACSkeptic</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Salve salve prezado leitor do muitonerd.org,
Como já deve ter percebido, estamos implantando algumas mudanças de visual aqui no blog.
Ainda não é nada definitivo, e a coisa está meio que em live beta - aguardando a aprovação dos outros editores pro meu saturday morning code =).
Ainda não consegui domar o wordpress pra me permitir inserir um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Salve salve prezado leitor do muitonerd.org,</p>
<p>Como já deve ter percebido, estamos implantando algumas mudanças de visual aqui no blog.</p>
<p>Ainda não é nada definitivo, e a coisa está meio que em live beta - aguardando a aprovação dos outros editores pro meu saturday morning code =).</p>
<p>Ainda não consegui domar o wordpress pra me permitir inserir um CSS alternativo, queria deixar a página com essa cara <a target="_blank" href="http://shev.com.br/muitonerd/pagina_expandida.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/shev.com.br');">aqui</a>. Naturalmente, por mais que seja um efeito legal, não é algo pra ser o tema padrão porquê é pesado e cansativo. Mas, se descobrir como adicionar estilos alternativos com certeza este será um deles.</p>
<p>Uma feature que já está de pé é o sistema de avatares nos comentários.</p>
<p>Para ter o seu, basta associar seu e-mail a uma imagem <a target="_blank" href="http://en.gravatar.com/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/en.gravatar.com');">neste site</a> e pronto.</p>
<p>Pra quem não cadastrou o e-mail lá&#8230; é gerada uma imagem aleatória com base no hashcode do seu e-mail. Ou seja, mesmo que não tenha sido realizado o cadastro, sempre que você postar com o mesmo e-mail, terá o mesmo avatar =).</p>
<p>[]&#8217;s</p>
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		<title>&#8216;Cause uncle Ben was so f*cking right</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Dec 2008 01:15:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>MACSkeptic</dc:creator>
		
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Como muitos dos poucos de vocês que lêem este blog sabem - e sabem muito bem, pois faço questão de lembrá-los diariamente - sou um grande fan da Microsoft. Defendo o OS, as tecnologias, sou grande entusiasta do WPF e do Silverlight 2.0 (que espero ver ainda desbancando o flash(argh²) algum dia) [aliás tem vários [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.muitonerd.org/wp-content/uploads/2008/12/imagem_internet_explorer8_small.jpg" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/downloads/jpg/imagem_internet_explorer8_small.jpg');"><img class="alignright size-medium wp-image-233" title="imagem_internet_explorer8_small" src="http://www.muitonerd.org/wp-content/uploads/2008/12/imagem_internet_explorer8_small.jpg" alt="IE8" /></a></p>
<p>Como muitos dos poucos de vocês que lêem este blog sabem - e sabem muito bem, pois faço questão de lembrá-los diariamente - sou um grande fan da Microsoft. Defendo o OS, as tecnologias, sou grande entusiasta do WPF e do Silverlight 2.0 (que espero ver ainda desbancando o flash(argh²) algum dia) [aliás tem vários podcasts na MSDN - for free - sobre isso pra quem se interessar... o material é bom para começar], pra não mencionar todo o framework .net e o XNA.</p>
<p>Pra mim, a Microsoft, assim como a Google e a Nintendo, são algumas das empresas mais importantes para a minha vida. Estimo que 90% das minhas atividades diárias (descontando-se o tempo que estou dormindo) são diretamente ligadas aos produtos destas empresas.</p>
<p><span id="more-235"></span></p>
<p>Tudo começou durante mais um dia de trabalho em uma grande empresa de hospedagem. Tudo começou em um chamado aberto quando o usuário, ao utilizar um sistema web interno, viu que um campo simplesmente estava inacessível, como se estivesse desabilitado.</p>
<p>Ao testar o mesmo sistema, para as mesmas condições, em diversas máquinas, percebemos que não havia problemas. A hipótese número 1 foi: java(argh)script desativado no browser - esta logo foi refutada ao verificar que estava tudo ligado na máquina onde ocorrera o problema.</p>
<p>O que percebemos ao checar a hipótese mencionada acima foi que, nesta máquina, estava instalado o internet explorer 8 - beta 2. Para tirar a prova, decidimos usar minha máquina como cobaia para instalar o novo browser e ver se o treco quebra&#8230;</p>
<p>Aí começa isso aqui:</p>
<p><a href="http://www.muitonerd.org/wp-content/uploads/2008/12/1_google_toolbar.png" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/downloads/png/1_google_toolbar.png');"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-221" title="1_google_toolbar" src="http://www.muitonerd.org/wp-content/uploads/2008/12/1_google_toolbar.png" alt="Falha - Google Toolbar" /></a></p>
<p>Ok ok&#8230; Google toolbar&#8230; qual a utlidade disso? Tirando algumas developer tools que o Chrome tem built-in&#8230; nada demais. É perdoável vai, quebrar um produto da maior rival em internet.</p>
<p><span style="color:red"><del datetime="2008-12-18T23:11:50+00:00">INFELIZMENTE, tive um problema com o editor do WordPress que se recusa a fazer thumbnails das minhas imagens em png&#8230; como elas são muito grandes, vou colocar apenas o link aqui, clique à medida em que lê, ok?</del></span></p>
<p><span style="color:red">Ok, fiz na mão mesmo&#8230;</span></p>
<p>Mas chega um certo ponto em que se começa a passar dos limites&#8230; Lembrando que minha motivação inicial para instalar o IE8 beta era verificar se um dado sistema web estava quebrando especificamente neste browser. Mas, como nós temos muito tempo a perder&#8230;</p>
<p><a href="http://www.muitonerd.org/wp-content/uploads/2008/12/2_discovery_channel.png" target="blank"><br />
<img src="http://www.muitonerd.org/wp-content/uploads/2008/12/2_discovery_channel.png" alt="2_discovery_channel Cause uncle Ben was so f*cking right" width="600" height="300" title="Cause Uncle Ben Was So F*cking Right" /></a></p>
<p>Imagino o que eu vou descobrir, ainda não tive tempo de testar&#8230; mas será que se entrar em java.sun.com ele vai me fazer descobrir o SLOW.org e TooMuchPointlessHype.org ? e se eu entrar no muitonerd.org, vou descobrir o TehBestFreakingBlagOnTehInt4rweb.org? Se bem que pra isso não precisa de nenhum algoritmo fodástico né? =P.</p>
<p>Anyway&#8230; respondi que sim para ver quais maravilhas a nova feature irá me reservar ;).</p>
<p>Continuando&#8230;</p>
<p><a href="http://www.muitonerd.org/wp-content/uploads/2008/12/3_almost_dun_make_me_5.png" target="blank"><br />
<img src="http://www.muitonerd.org/wp-content/uploads/2008/12/3_almost_dun_make_me_5.png" alt="3_almost_dun_make_me_5 Cause uncle Ben was so f*cking right" width="600" height="300" title="Cause Uncle Ben Was So F*cking Right" /></a></p>
<p>Estamos quase lá??? Mesmo??? Não me faça 5 (5 -&gt; 101 -&gt; lol).</p>
<p>E você me dá duas opções:</p>
<ul>
<li>Deixe que eu configure tudo (<strong>errado</strong>) pra você</li>
<li>Configure tudo você mesmo</li>
</ul>
<p>Sinceramente, qual você acha que alguém que escreve neste blog escolheria?</p>
<p>Continuando&#8230; lembre-se que você me disse que estamos <em>quase lá</em>&#8230;.</p>
<p><a href="http://www.muitonerd.org/wp-content/uploads/2008/12/4_search_provider.png" target="blank"><br />
<img src="http://www.muitonerd.org/wp-content/uploads/2008/12/4_search_provider.png" alt="4_search_provider Cause uncle Ben was so f*cking right" width="600" height="300" title="Cause Uncle Ben Was So F*cking Right" /></a></p>
<p>Não, eu n-ã-o quero o windows live search, o Google é infinitamente melhor&#8230;</p>
<p><span style="font-size: large;">Quase lá</span>&#8230;</p>
<p><a href="http://www.muitonerd.org/wp-content/uploads/2008/12/5_accelerate_urself_b_tch.png" target="blank"><br />
<img src="http://www.muitonerd.org/wp-content/uploads/2008/12/5_accelerate_urself_b_tch.png" alt="5_accelerate_urself_b_tch Cause uncle Ben was so f*cking right" width="600" height="300" title="Cause Uncle Ben Was So F*cking Right" /></a></p>
<p>Interessante, você vai autocompletar o que eu digito e bla bla bla? Pena que o chrome e o firefox já fazem isso né?</p>
<p>Meu sistema continua sem testar e continuamos &#8220;<span style="font-size: x-large; color:yellow">quase lá</span>&#8220;&#8230;</p>
<p><a href="http://www.muitonerd.org/wp-content/uploads/2008/12/6_smart_what.png" target="blank"><br />
<img src="http://www.muitonerd.org/wp-content/uploads/2008/12/6_smart_what.png" alt="6_smart_what Cause uncle Ben was so f*cking right" width="600" height="300" title="Cause Uncle Ben Was So F*cking Right" /></a></p>
<p>Yeah Yeah, whatever&#8230; se você recomenda&#8230; se eu discordar é capaz de tentar me convencer com mais 50 telas.</p>
<p><span style="font-size: xx-large; color:blue">Quase lá</span>&#8230;</p>
<p><a href="http://www.muitonerd.org/wp-content/uploads/2008/12/7_heck_nooooo.png" target="blank"><br />
<img src="http://www.muitonerd.org/wp-content/uploads/2008/12/7_heck_nooooo.png" alt="7_heck_nooooo Cause uncle Ben was so f*cking right" width="600" height="300" title="Cause Uncle Ben Was So F*cking Right" /></a></p>
<p>Eu continuo precisando <strong>usar</strong> a internet ;). So&#8230; no thanks!</p>
<p>Bom, como obviamente eu não fiz este post durante o trabalho, aqui teremos uma quebra na nossa história. Lembram-se, o sistema que parece quebrado no IE8? No fim das contas realmente o IE8 tem muitos problemas, como veremos a seguir e resolvemos habilitando o modo &#8220;comporte-se como IE7&#8243;.</p>
<p>O fato é que, já em casa, minha prioridade foi testá-lo com o maior e melhor mega-ultra-super-giga-tera portal muito nerd da int4rweb. Para minha surpresa, as sugestões de links que ele ofereceu não poderiam ser melhores - aliás eu recomendo <strong>fortemente</strong> que visitem esse link da imagem todos os dias ;).</p>
<p><a href="http://www.muitonerd.org/wp-content/uploads/2008/12/8_suggestions.png" target="blank"><br />
<img src="http://www.muitonerd.org/wp-content/uploads/2008/12/8_suggestions.png" alt="8_suggestions Cause uncle Ben was so f*cking right" width="600" height="300" title="Cause Uncle Ben Was So F*cking Right" /></a></p>
<p>Logado, indo pra velha e boa dashboard do wordpress&#8230;</p>
<p><a href="http://www.muitonerd.org/wp-content/uploads/2008/12/9_dashboard_ok.png" target="blank"><br />
<img src="http://www.muitonerd.org/wp-content/uploads/2008/12/9_dashboard_ok.png" alt="9_dashboard_ok Cause uncle Ben was so f*cking right" width="600" height="300" title="Cause Uncle Ben Was So F*cking Right" /></a></p>
<p>Até aqui, tudo bem \o/.</p>
<p>Ok, vamos fazer um post sobre o IE8 então&#8230;</p>
<p><a href="http://www.muitonerd.org/wp-content/uploads/2008/12/10_new_post_wtf_1.png" target="blank"><br />
<img src="http://www.muitonerd.org/wp-content/uploads/2008/12/10_new_post_wtf_1.png" alt="10_new_post_wtf_1 Cause uncle Ben was so f*cking right" width="600" height="300" title="Cause Uncle Ben Was So F*cking Right" /></a></p>
<p>Ooooops!</p>
<p>Continuando, o restante da tela&#8230;</p>
<p><a href="http://www.muitonerd.org/wp-content/uploads/2008/12/11_new_post_wtf_2.png" target="blank"><br />
<img src="http://www.muitonerd.org/wp-content/uploads/2008/12/11_new_post_wtf_2.png" alt="11_new_post_wtf_2 Cause uncle Ben was so f*cking right" width="600" height="300" title="Cause Uncle Ben Was So F*cking Right" /></a></p>
<p>O título aparece em uma grande caixa de texto não clicável. Sensacional&#8230;</p>
<p>Quer mais uma?</p>
<p><a href="http://www.muitonerd.org/wp-content/uploads/2008/12/ie8vschrome.jpg" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/downloads/jpg/ie8vschrome.jpg');"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-232" title="ie8vschrome" src="http://www.muitonerd.org/wp-content/uploads/2008/12/ie8vschrome.jpg" alt="GMAIL" /></a></p>
<p>Ok ok, é um beta&#8230; mas que está com uma cara de alfa&#8230; isso está.</p>
<p>Ano após ano a Microsoft abusa do seu poder como líder inquestionável do mercado, cujo browser é utilizado pela esmagadora maioria dos internautas do mundo todo (em grande parte por aqueles que não deveríam ser permitidos de chegar sequer perto de um computador) e re-inventa a forma como o html, css e javascript são interpretados e renderizados.</p>
<p>O resultado? Um pesadelo sem fim para desenvolvedores e morons&#8230; erm&#8230; usuários.</p>
<p>Ninguem pensa em escrever uma classe em java(argh) começando com letra minúscula, pensa? Ou uma propriedade em C# começando com letra minúscula? Um pouquinho de pesquisa e temos lá um padrão tão bem aceito pela comunidade, que não há quaisquer motivos para se desviar e criar caos desnecessário.</p>
<p>Qual a dificuldade de se entrar em um acordo e finalmente todo mundo renderizar a borda pra fora do width (ou pra dentro)? De se definir margens e paddings padrões?</p>
<p>Como já dizia uncle Ben&#8230;</p>
<blockquote><p>Com grandes poderes, vêm grandes responsabilidades</p></blockquote>
<p>Se o lider do mercado decidisse aderir de vez a um padrão (W3C), sob pena de assumir que algumas práticas de versões passadas estavam erradas&#8230; a tendência talvez seria que chegássemos a um consenso (por mais que o html e css não sejam linguagens descritas em sua completude, dando margem a este tipo de discrepância) muito mais facilmente.</p>
<p>Ah sim, o IE8 parece mais rápido, melhor que a carroça que é Firefox 3 (que tem decaído muito no meu conceito). Mas ainda assim nada que chegue aos pés do Chrome.</p>
<p>Pra finalizar, sobre o super wizard que é mostrado nas opções customizadass de instalação (&#8230;):</p>
<ul>
<li>Usuários que se sentiriam confortáveis com o nível e a &#8220;profundidade&#8221; das explicações que vieram nas telas seguintes <strong>jamais</strong> clicariam em &#8220;opções customizadas&#8221;. Estes seríam mais do tipo que tem até medo da palavra &#8220;options&#8221;.</li>
<li>Usuários que clicaríam em &#8220;opções customizadas&#8221; se sentiríam ofendidos com a inutilidade e a falta de detalhes das descrições sobre as opções do browser. E ficaríam, sem dúvida, muito mais contentes em acessar as opções do navegador de forma manual - o que seria bem mais eficiente</li>
</ul>
<p>O que se tira disso? IE8 beta 2 <a target="_blank" href="http://failblog.org/" target="blank" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/failblog.org');">FAIL</a> nonetheless.</p>
<p>Esperemos pela versão final.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>&#8220;My Hobby&#8221; series - Nerdy Talk 1</title>
		<link>http://www.muitonerd.org/my-hobby/my-hobby-series-nerdy-talk-1/</link>
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		<pubDate>Wed, 17 Dec 2008 00:20:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>MACSkeptic</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[My Hobby]]></category>

		<category><![CDATA[Gtalk]]></category>

		<category><![CDATA[Hobby]]></category>

		<category><![CDATA[Nerd]]></category>

		<category><![CDATA[Nerdy]]></category>

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		<description><![CDATA[
O título deste post &#8220;My Hobby&#8221; é inspirado nas tirinhas do Randall no  XKCD   - muitas delas têm esse título, quando vai ser mostrado um comportamento peculiar, meio que irritante, mas que é um hobby.
Quantos de nós, muito nerds não temos nossos hobbies muito nerds?
Um dos meus favoritos é realizar discussões filosóficas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright size-full wp-image-214" title="google-talk" src="http://imgs.xkcd.com/comics/mispronouncing.png" alt="mispronouncing My Hobby series - Nerdy Talk 1"  /></p>
<p>O título deste post &#8220;My Hobby&#8221; é inspirado nas tirinhas do Randall no <a target="_blank" href="http://xkcd.com/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/xkcd.com');"> XKCD  </a> - muitas delas têm esse título, quando vai ser mostrado um comportamento peculiar, meio que irritante, mas que é um hobby.</p>
<p>Quantos de nós, muito nerds não temos nossos hobbies muito nerds?</p>
<p>Um dos meus favoritos é realizar discussões filosóficas muito nerds out of nowhere&#8230;</p>
<p>O que vem a seguir é uma interpelação entre mim e um grande amigo - como o papo foi pra lá de muito nerd (o que acontece com BASTANTE frequência nas nossas conversas&#8230;), achei que caberia compartilhar (com a aprovação dele, é claro).</p>
<p><span id="more-213"></span></p>
<blockquote><p>
<img class="alignright size-full wp-image-214" title="google-talk" src="http://www.muitonerd.org/wp-content/uploads/2008/12/google-talk.jpg" alt="google-talk My Hobby series - Nerdy Talk 1"  /></p>
<p>Só para situar, a mensagem de status no meu gtalk no momento era: &#8220;The man who can make the impossible possible&#8221; (esta é uma frase que veio do anime Gundam SEED - do personagem Mwu La Flaga).
</p></blockquote>
<div style="clear:both">&#8230;</div>
<p>
Os trechos em <span style="color: #fa1704;">vermelho</span> são comentários que coloquei agora.
</p>
<p>
<strong>Heaven&#8217;s</strong>: me arranja uma transportadora de graça pra quinta feira??<br />
<span style="color: #fa1704;">As coisas começam com um papo mundano randomico - no caso uma mudança</span><br />
<strong>me</strong>: nop<br />
y would i do that?<br />
<strong>Heaven&#8217;s</strong>: to prove your nickname<br />
cause it is impossible to do so<br />
<strong>me</strong>: i CAN&#8230;<br />
<strong>Heaven&#8217;s</strong>: i doubt it<br />
xD<br />
<strong>me</strong>: but i dun need to prove anything to ya =)<br />
<strong>Heaven&#8217;s</strong>: damm<br />
reverse psychology dun work on ya<br />
=/<br />
<strong>me</strong>: surely dun<br />
<span style="color: #fa1704;">And Then OUT OF NOWHERE!!! (&lt;&#8211; Citação - Gundam 00)</span><br />
<strong>Heaven&#8217;s</strong>: psicologia transposta deve funcionar<br />
(lame joke)<br />
<strong>me</strong>: maybe cofatora<br />
broader concept<br />
<span style="color: #fa1704;">Misturar português, inglês, lol, e um pouco de japonês é fundamental</span><br />
<strong>Heaven&#8217;s</strong>: u<br />
i dun think i know how to do that psychology<br />
it will mess my IDENTITY!<br />
(that was a good one)<br />
<strong>me</strong>: hmmm not THAT good<br />
a transposta e a reversa da identidade&#8230;.<br />
são ela mesma<br />
se nao me engano a cofatora tb<br />
soooo&#8230;&#8230;<br />
<strong>Heaven&#8217;s</strong>: damm<br />
<strong>me</strong>: that <strong>WOULDNT</strong><br />
mwahahaha<br />
epic talk btw&#8230;<br />
<strong>Heaven&#8217;s</strong>: yup<br />
and i have to say<br />
you won<br />
<strong>me</strong>: sugoi!
</p>
<p>Nada como uma disputa pra ver quem é muito-mais-nerd</p>
<p><em>PS.: agradecimento especial para Lucas Lago, cuja capacidade intelectual e prontidão nerdística propicia papos nesse nível =) thxm8</em><br />
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Melhores Links do BCC03 - 002</title>
		<link>http://www.muitonerd.org/inutil/melhores-links-do-bcc03-002/</link>
		<comments>http://www.muitonerd.org/inutil/melhores-links-do-bcc03-002/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 10 Dec 2008 02:54:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Toshiba</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Internet]]></category>

		<category><![CDATA[Inutil]]></category>

		<category><![CDATA[por Toshiba]]></category>

		<category><![CDATA[2038]]></category>

		<category><![CDATA[bcc03]]></category>

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		<description><![CDATA[ 
Após semanas de espera, vêm aí, mais um “Melhores Links do BCC03”!! Sinto muito pelo período “On Hold” dos meus posts…
Sei que a desculpa de “Estou sem tempo” não é válida. Sempre que penso nessa frase lembro do meu célebre amigo Pablito (MAT03), que dizia “Você tem tempo pra um monte de besteira, ‘não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.muitonerd.org/wp-content/uploads/2008/12/metal-fan.jpg" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/downloads/jpg/metal-fan.jpg');"><img title="metal_fan" style="border-top-width: 0px; display: block; border-left-width: 0px; float: none; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; margin-right: auto; border-right-width: 0px" height="295" alt="metal_fan" src="http://www.muitonerd.org/wp-content/uploads/2008/12/metal-fan-thumb.jpg" width="290" border="0" /></a> </p>
<p>Após semanas de espera, vêm aí, mais um “Melhores Links do BCC03”!! Sinto muito pelo período “On Hold” dos meus posts…</p>
<p>Sei que a desculpa de <strong>“Estou sem tempo”</strong> não é válida. Sempre que penso nessa frase lembro do meu célebre amigo <strong>Pablito </strong>(MAT03), que dizia “Você tem tempo pra um monte de besteira, <strong>‘não tem tempo’ é o c@#@&amp;*</strong>”. E até hoje se faz verdade.</p>
<p>Mas tava difícil, minha inbox do gmail chegou a ter 100 e-mails não lidos nessa semana..</p>
<p>Seguem algumas das pérolas do nosso grupo de e-mail:</p>
<p> <span id="more-211"></span><br />
<h4>O orkut não te agrada? Que tal o de ricos?</h4>
<blockquote><p>Fundada pelo investidor sueco Erik Wachtmeister, a rede só permite o ingresso de pessoas ricas, convidadas por membros confiáveis da rede e com destaque por sua fama ou riqueza. </p>
<p>Fazem parte da rede social modelos como Naomi Campbell e Isabeli Fontana e cantores como James Blunt. Outros famosos como Quentin Tarantino e Tiger Woods figuram entre os perfis de A Small World (ASW).</p>
</blockquote>
<ul>
<li><a target="_blank" href="http://www.asmallworld.net/login.php" title="http://www.asmallworld.net/login.php" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.asmallworld.net');">http://www.asmallworld.net/login.php</a> </li>
</ul>
<h4>Ou então o de idosos:</h4>
<blockquote><p>Um dos públicos que mais cresce na web, a terceira idade acaba de ganhar uma rede de relacionamento exclusiva. A Rede de Amigos Maisde50 busca a troca de experiências e a aproximação dos internautas que já passaram dos 50.</p>
</blockquote>
<ul>
<li><a target="_blank" href="http://www.maisde50.com.br/" title="http://www.maisde50.com.br/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.maisde50.com.br');">http://www.maisde50.com.br/</a> </li>
</ul>
<h4>Modernidade na oca<a href="http://www.muitonerd.org/wp-content/uploads/2008/12/indio-celular.jpg" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/downloads/jpg/indio-celular.jpg');"><img title="indio_celular" style="border-top-width: 0px; display: inline; border-left-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; border-right-width: 0px" height="211" alt="indio_celular" src="http://www.muitonerd.org/wp-content/uploads/2008/12/indio-celular-thumb.jpg" width="290" align="right" border="0" /></a></h4>
<blockquote><p>Reunião na Funai teve a presença de índios do Mato Grosso. Eles usaram notebooks e celulares para registrar o encontro.</p>
</blockquote>
<ul>
<li><a target="_blank" href="http://g1.globo.com/Noticias/Brasil/0,,MUL909807-5598,00.html" title="http://g1.globo.com/Noticias/Brasil/0,,MUL909807-5598,00.html" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/g1.globo.com');">http://g1.globo.com/Noticias/Brasil/0,,MUL909807-5598,00.html</a> </li>
</ul>
<p>&#160;</p>
</p>
<h4>O Bug do milênio 2.0</h4>
<blockquote><p>O problema do ano 2038 é uma falha na representação de datas em computadores, que pode causar erros em alguns programas de computador no ano de 2038.</p>
</blockquote>
<ul>
<li><a target="_blank" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Problema_do_ano_2038" title="http://pt.wikipedia.org/wiki/Problema_do_ano_2038" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/pt.wikipedia.org');">http://pt.wikipedia.org/wiki/Problema_do_ano_2038</a> </li>
</ul>
<p>*TEM BASE?? É brincadeira.. </p>
<p>Fora o humor peculiar da wikipedia: <em>“A utilização de valores de 64 bits introduz um novo &quot;corte&quot; na data em aproximadamente 290 bilhões de anos, num domingo em 4 de dezembro de 292.277.026.596 às 15:30:08 (UTC). <strong>Claramente este problema não é uma questão imediata.</strong>”</em></p>
<h4>Top 5 Mistérios Inexplicados</h4>
<p>Curti esse post do blog <a target="_blank" href="http://hbdia.com/wordpress/" target="_blank" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/hbdia.com');">Hoje é um Bom Dia</a>, afinal, nerdinho que sou, gosto de tentar entender o inexplicável.. </p>
<ul>
<li><a target="_blank" href="http://hbdia.com/wordpress/2008/10/03/top-5-misterios-inexplicados/" title="http://hbdia.com/wordpress/2008/10/03/top-5-misterios-inexplicados/" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/hbdia.com');">http://hbdia.com/wordpress/2008/10/03/top-5-misterios-inexplicados/</a> </li>
</ul>
<p>&#160;</p>
<p>É isso ae pessoal.. Escrevo hoje também para verificar se a configuração nova de feed RSS está funcionando. Espero que agora os posts sejam melhor visualizados nos leitores de RSS. </p>
<p>Aos poucos&#160; irei melhorando (colocando estatísticas, figurinhas bonitas e outras firulas).</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>O Manifesto Ágil</title>
		<link>http://www.muitonerd.org/metodologias/o-manifesto-agil/</link>
		<comments>http://www.muitonerd.org/metodologias/o-manifesto-agil/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 10 Dec 2008 02:11:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>MACSkeptic</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Desenvolvimento]]></category>

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		<category><![CDATA[Software Engineering]]></category>

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		<description><![CDATA[Distintos (e poucos) leitores deste blog&#8230;
Encontramo-nos inseridos em um cenário onde os profissionais de TI são, muito provavelmente, os mais importantes e imprescindíveis na nossa sociedade e na nossa vida de um modo geral.

O dinheiro que entra e sai de sua conta, cada telefonema realizado, a partida dada no carro ou a passagem de um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Distintos (e poucos) leitores deste blog&#8230;</p>
<p>Encontramo-nos inseridos em um cenário onde os profissionais de TI são, muito provavelmente, os mais importantes e imprescindíveis na nossa sociedade e na nossa vida de um modo geral.</p>
<p><a href="http://www.muitonerd.org/wp-content/uploads/2008/12/web-applications-desktop-software.jpg" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/downloads/jpg/web-applications-desktop-software.jpg');"><img class="alignright size-medium wp-image-200" title="web-applications-desktop-software" src="http://www.muitonerd.org/wp-content/uploads/2008/12/web-applications-desktop-software.jpg" alt="Software" /></a></p>
<p>O dinheiro que entra e sai de sua conta, cada telefonema realizado, a partida dada no carro ou a passagem de um billhete único no metrô&#8230; tudo depende de um software rodando, seja ele pequeno, médio ou grande. Por detrás de cada pequena &#8220;mágica&#8221; que passa desapercebida no nosso dia a dia - lá está ele!</p>
<p>O que eu venho dizer aqui hoje é bastante relacionado com isso - e creio que esteja dentro do escopo deste blog (dado o público alvo, afinal, muito nerd, que é muito nerd, programa nem que seja por hobby).</p>
<p>Com a evolução da ciência e tecnologia ao longa da história, foram surgindo os grandes modelos de produção&#8230; do &#8220;Fordismo&#8221; e &#8220;Taylorismo&#8221; ao &#8220;Toyotismo&#8221; (que futuramente deu origem ao &#8220;Lean&#8221;). O mesmo é válido para o desenvolvimento de software.</p>
<p><span id="more-198"></span></p>
<p>A princípio, devido à própria origem dos desenvolvedores primordiais (em sua maior parte advindos de engenharias), a idéia era regrar e estruturar o máximo possível o processo de desenvolvimento - com fases bem definidas e sequenciais. Conceitos claramente aplicáveis e ideais para a construção de uma ponte, por exemplo - primeiro se desenha, se planeja, se calcula à exaustão&#8230; e só então se começa a realmente construir algo.</p>
<p>Tendo esta visão, surgiu aquele que foi o primeiro grande modelo dominante (e ainda perdura até os nossos dias em grande parte do mercado): o modelo Cascata (Waterfall).</p>
<p><a href="http://www.muitonerd.org/wp-content/uploads/2008/12/waterfall_model.jpg" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/downloads/jpg/waterfall_model.jpg');"><img class="alignnone size-medium wp-image-201" title="waterfall_model" src="http://www.muitonerd.org/wp-content/uploads/2008/12/waterfall_model.jpg" alt="waterfall_model O Manifesto Ágil"  /></a></p>
<p>Este modelo segue o mesmo princípio definido anteriormente para a construção de uma ponte, e é consideravelmente intuitivo e natural de se pensar. De fato, parece excelente o foco que este propicia em planejamento, cálculo, e na capacidade de mensurar tudo <em>a priori</em>.</p>
<p>Só que neste caso temos um grande problema. Ao contrário de um projeto para uma ponte, que por mais que demore anos para ficar pronta, dificilmente mudará - visto que a física não muda, a matemática (especialmente esta) não muda. Um software é outra história.</p>
<p>[Por mais que o universo acabe um dia... 1 + 1 continuará resultando em 2 (em um cálculo não vetorial)]</p>
<p>Um software reflete uma necessidade bem mais pessoal e subjetiva de um cliente (seja este uma pessoa ou empresa), e está sujeito a mudanças de escopo devido ao mercado e à evolução constante da tecnologia. De que adianta desenvolver um mega portal por 1 ano e, ao término, perceber -se que a internet mudou tanto neste meio tempo que as tecnologias utilizadas estão obsoletas e não atendem aos usuários?</p>
<p>De que adianta produzir pilhas e pilhas de documentação fadada a tornar-se rapidamente desatualizada com cada nova idéia de seu cliente? De que adianta sacrificar as necessidades verdadeiras de um cliente, obrigando-o, por força contratual, a não ter novas idéias até que o software solicitado (que já não lhe serve mais) seja entregue?</p>
<p>É claro que não podemos ser radicais. Documentação, contratos, processos, são coisas excelentes - mas devem ser seguidos apenas até o ponto em que passam a atrapalhar mais que ajudar.</p>
<p>Com essa visão, grandes figuras influentes do mundo do desenvolvimento elaboraram o &#8220;Manifesto Ágil&#8221;.</p>
<p><a href="http://www.muitonerd.org/wp-content/uploads/2008/12/agile.jpeg" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/downloads/jpeg/agile.jpeg');"><img class="alignnone size-full wp-image-199" title="agile" src="http://www.muitonerd.org/wp-content/uploads/2008/12/agile.jpeg" alt="Agile Manifesto" /></a></p>
<p>Traduzindo:<br />
Indivíduos &gt; Processos/Metodologias/Ferramentas<br />
Software funcionando &gt; Documentação completa<br />
Colaborar &gt; Contratar<br />
Abraçar as mudanças (evoluir) &gt; Se prender ao plano inicial</p>
<p>As grandes metodologias ágeis presentes no mercado hoje são originadas também de uma metodologia de produção de fábrica - o Lean.</p>
<p>O princípio básico das metodologias surgidas do Lean, de um modo geral, gira em torno de desenvolver (ou produzir) o menor pedaço de software (ou lote, ou produto) possível que tenha algum valor para o cliente. Nada de grandes entregas a cada 2, 3 meses (ou grandes estoques e produção em massa exacerbada).</p>
<p><strong>Scrum</strong></p>
<p>Uma das alternativas ágeis mais aceitas atualmente é o Scrum. Scrum é um termo que vem de &#8220;scrummage&#8221; - uma expressão vinda do Rugby - que diz respeito à reunião rápida dos jogadores para decidir o que vai ser feito para re-colocar a bola em jogo e qual será a estratégia para avançar o máximo possível na próxima jogada.</p>
<p>O Scrum defende bem claramente os princípios do manifesto ágil - priorizando entregas pequenas e constantes, e a COLABORAÇÃO entre cliente e desenvolvedores.</p>
<p>A cada sprint (jornada de desenvolvimento do Scrum - costuma variar de 1 a 4 semanas) a equipe de Scrum entrega pequenos &#8220;pedaços&#8221; de software funcionando que possuem valor claro e bem definido para o cliente.</p>
<p>A cada dia, a equipe se reúne <em>por não mais que 15 minutos</em>, para discutir o que foi feito por cada um no dia anterior, o que será feito hoje, e se há algo atrapalhando o time de alguma forma.</p>
<p>Quaisquer fatores que estejam prejudicando o andamento da equipe devem ser resolvidos o quanto antes pelo Scrum Master - mantendo o restante da equipe com foco total no desenvolvimento.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="500" height="405" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/gDDO3ob-4ZY&amp;hl=en&amp;fs=1&amp;rel=0&amp;color1=0x3a3a3a&amp;color2=0x999999&amp;border=1" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="405" src="http://www.youtube.com/v/gDDO3ob-4ZY&amp;hl=en&amp;fs=1&amp;rel=0&amp;color1=0x3a3a3a&amp;color2=0x999999&amp;border=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Como resumo disso tudo temos:<br />
- Os métodos ágeis são muito mais &#8220;humanos&#8221; do que os métodos convencionais;<br />
- Os métodos ágeis focam mais nas pessoas e menos nos processos; (o que não é necessariamente bom, nem ruim)<br />
- Os métodos tradicionais focam mais nos processos e menos nas pessoas; (o que não é necessariamente bom, nem ruim)</p>
<p>Como opinião pessoal, fica:<br />
- Em um modelo cascata, a própria metodologia defende que a necessidade de capacitação individual decresce á medida em que se &#8220;desce&#8221; um nível - o que não é de todo verdade;<br />
- Não há processo nesse mundo que gere qualidade sem pessoas suficientemente boas;<br />
- Não há processo nesse mundo que não gere qualidade com pessoas suficientemente boas;<br />
- Processos rígidos tendem a nivelar melhor as equipes, ajudando aqueles abaixo da média - e atrapalhando aqueles acima;<br />
- Desenvolvimento de software é uma arte, não uma ciência exata e &#8220;morta&#8221; (como as engenharias) - portanto requer esforço intelectual e criativo em todas as fases (não só no design e requisitos - como o modelo cascata defende);<br />
- Métodos ágeis dependem mais da honestidade e colaboração entre as pessoas - o que, de um modo geral, está longe de ser a realidade quando se trata de seres humanos;<br />
- Métodos ágeis não são para todos, pois necessitam de COOPERAÇÃO do cliente. Se o seu cliente não tem esse perfil, o mais correto é partir para um contrato super restritivo, cascata, e esfregar na cara dele a cada nova idéia que ele tiver ;).</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Busca de Imagens por Cores</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Dec 2008 23:00:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>MACSkeptic</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Interessante]]></category>

		<category><![CDATA[Internet]]></category>

		<category><![CDATA[Algoritmos]]></category>

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		<description><![CDATA[Salve salve galerinha muito nerd!
Navegando pelos turbulentos mares da interweb, encontrei uma busca diferente, baseada na porcentagem de cada cor presente em imagens.
O Multicolr Search Lab dispõe uma palheta de cores para o usuário clicar, possibilitando a seleção de até 10 cores como base. O resultado da busca é uma galeria de imagens cuja composição se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Salve salve galerinha muito nerd!</p>
<p>Navegando pelos turbulentos mares da interweb, encontrei uma busca diferente, baseada na porcentagem de cada cor presente em imagens.</p>
<p>O <a target="_blank" href="http://labs.ideeinc.com/multicolr/" title="Aqui" target="_blank" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/labs.ideeinc.com');">Multicolr Search Lab</a> dispõe uma palheta de cores para o usuário clicar, possibilitando a seleção de até 10 cores como base. O resultado da busca é uma galeria de imagens cuja composição se baseia na proporção de cada cor escolhida. Meio complicado de descrever, como dizem, uma imagem vale mais que mil palavras:</p>
<p><a href="http://www.muitonerd.org/wp-content/uploads/2008/12/images.jpg" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/downloads/jpg/images.jpg');"><img class="alignright size-medium wp-image-194" title="images" src="http://www.muitonerd.org/wp-content/uploads/2008/12/images.jpg" alt="Exemplo Seleção de Cores" /></a></p>
<p>O site utiliza como base o <a target="_blank" href="http://www.flickr.com" title="Flickr" target="_blank" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.flickr.com');">Flickr</a> para a busca das imagens.</p>
<p>Quem se interessar pela ferramenta pode conferir <a target="_blank" href="http://labs.ideeinc.com/multicolr/" title="Aqui" target="_blank" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/labs.ideeinc.com');">aqui</a>. Há também uma opção para escolher uma imagem (via URL ou upload) para que sejam buscadas outras imagens cuja composição/proporção das cores é semelhante - o que pode ser conferido <a target="_blank" href="http://labs.ideeinc.com/upload/" title="aqui" target="_blank" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/labs.ideeinc.com');">aqui</a>.</p>
<p>E aí fica a pergunta, como implementaram algo assim? Redes neurais parece ser a opção mais imediata para tal.</p>
<p>E aí, quem se habilita a decifrar o algoritmo por detrás do &#8220;brinquedo&#8221;?</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Compartilhando Internet 3G (Claro,TIM,Vivo,etc)</title>
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		<pubDate>Wed, 12 Nov 2008 19:57:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diogo K.</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>

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		<description><![CDATA[Recentemente um primo meu contratou os serviços de Banda Larga 3G da claro.
Ele obteve aquele modem usb e etc. Escolheu experimentar essa nova tecnologia, porque simplesmente é pratico (ou deveria ser). Ele pega o notebook dele, pluga um trequinho USB e pronto, onde tiver cobertura 3G da Claro, ele está conectado.
Um problema, foi que ao [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Recentemente um primo meu contratou os serviços de Banda Larga 3G da claro.</p>
<p>Ele obteve aquele modem usb e etc. Escolheu experimentar essa nova tecnologia, porque simplesmente é pratico (ou<a href="http://www.muitonerd.org/wp-content/uploads/2008/11/image1.png" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/downloads/png/image1.png');"><img style="display: inline; margin-left: 0px; margin-right: 0px" title="image" src="http://www.muitonerd.org/wp-content/uploads/2008/11/image-thumb2.png" alt="image-thumb2 Compartilhando Internet 3G (Claro,TIM,Vivo,etc)" width="240" height="237" align="right" /></a> deveria ser). Ele pega o notebook dele, pluga um trequinho USB e pronto, onde tiver cobertura 3G da Claro, ele está conectado.</p>
<p>Um problema, foi que ao levar essa solução para casa, ele percebeu que como não é uma internet que venha por meio de um roteador (afinal é uma conexão USB e não ethernet, ou mesmo wi-fi) ele ficou impossibilitado de dividir a internet com o outro notebook que possui.</p>
<blockquote><p>Vamos compartilhar a internet Banda Larga 3G usando o Windows e uma rede wi-fi Ad-Hoc.</p></blockquote>
<p><span id="more-190"></span></p>
<p>Então, ao tentar ajudar ele com esse problema, analisei a situação:</p>
<p>Ele possuia, 2 notebooks, ambos com wi-fi integrado. Um modem USB 3G.</p>
<p>Uma maneira de compartilhar? Imaginando tal situação, pensei que o cenário mais fácil e prático, que não envolvesse fios e etc, seria de construir uma rede ponto a ponto via Ad-hoc, e a partir dela compartilhar a conexão de internet pelo próprio <a target="_blank" href="http://www.guiadohardware.net/faq/comunicacao/detalhes-sobre-ics.html" target="_blank" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.guiadohardware.net');">ICS</a><sup>1</sup> do Windows.</p>
<p>Bom, eu poderia realizar um tutorial mais detalhado, com screen shots e tudo mais… Mas para quê, se tal tutorial já existe na internet? Na verdade, o foco do tutorial é um pouco diferente. O cenário são dois computadores sem wi-fi, e o que possui a conexão com a internet é via cabo (Ethernet). Mas o importante explicado no tutorial é a construção de uma rede wi-fi ponto a ponto (Ad-Hoc) e o compartilhamento da conexão. Segue o link:</p>
<p><a target="_blank" href="http://www.microsoft.com/brasil/windowsxp/using/networking/expert/bowman_02april08.mspx" title="http://www.microsoft.com/brasil/windowsxp/using/networking/expert/bowman_02april08.mspx" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.microsoft.com');">http://www.microsoft.com/brasil/windowsxp/using/networking/expert/bowman_02april08.mspx</a></p>
<p>E outra coisa, por ser um texto contido no site da própria Microsoft, dá para dar um pouco mais de crédito…</p>
<p><em>* Edit *</em></p>
<p><em>Achei um outro site que explica de maneira legal como fazer isso também:<br />
http://lorenzeto.com/2008/03/09/como-compartilhar-a-sua-conexao-claro-3g-vivo-zap/</em></p>
<p>Qualquer dúvida, usem os comentários!</p>
<p>Abraços.</p>
<ol class="footnotes"><li id="footnote_0_190" class="footnote"> Internet Connection Sharing </li></ol>]]></content:encoded>
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		<title>O Brasil, pot&#234;ncia mundial nos pr&#243;ximos 10 anos?</title>
		<link>http://www.muitonerd.org/interessante/o-brasil-potncia-mundial-nos-prximos-10-anos/</link>
		<comments>http://www.muitonerd.org/interessante/o-brasil-potncia-mundial-nos-prximos-10-anos/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 06 Nov 2008 02:19:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diogo K.</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Interessante]]></category>

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		<description><![CDATA[Prometendo um artigo sobre a probreza para o Blog Action Day, resolvi juntar alguns dados e fazer uma análise amadora, sobre o cenário brasileiro. Uma visão parcial (do sentido de não ser imparcial) pendendo para o lado NERD da coisa.
Ou seja, não vou focar no problema, e sim na situação. Não vou apenas constatar como [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Prometendo um artigo sobre a probreza para o Blog Action Day, resolvi juntar alguns dados e fazer uma análise amadora, sobre o cenário brasileiro. Uma visão parcial (do sentido de não ser imparcial) pendendo para o lado NERD da coisa.</p>
<p>Ou seja, não vou focar no problema, e sim na situação. Não vou apenas constatar como somos pobres, mas sim como estamos resolvendo e mudando. Também não vou tentar sugerir uma solução única, pois acho que não existe tal. Educação é necessária? Sim, básica eu diria. Entretanto eu entendo que as coisas não são tao simples.</p>
<p><a href="http://www.muitonerd.org/wp-content/uploads/2008/11/174-411brasilpraia.jpg" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/downloads/jpg/174-411brasilpraia.jpg');"><img title="174_411-brasil praia" style="display: inline; margin-left: 0px; margin-right: 0px" height="180" alt="174_411-brasil praia" src="http://www.muitonerd.org/wp-content/uploads/2008/11/174-411brasilpraia-thumb.jpg" width="240" align="right" /></a> </p>
<p>&#160;</p>
<p>&#160;</p>
<blockquote><p>O Brasil já passou por momentos muito ruins. Crises, inflação, escândalos de corrupção, e etc. Não digo que não passará mais, mas analisando os dados que temos disponíveis, estamos melhorando, estamos aprendendo!</p>
<p>Apenas acho que poderia ser de uma maneira mais inteligente e rápida…</p>
</blockquote>
<p> <span id="more-187"></span>
<p>Digo isso porque, ao fazer uma simples pesquisa no site do IBGE, fiquei realmente surpreso com a quantidade de informações disponíveis. Ao alcance de todos. Me recordo da época da escola, como era difícil obter tais informações, e sempre que as conseguia, era em livros antigos e com dados desatualizados.</p>
<p>Bom, vamos analisar alguns dados rapidamente.</p>
<p>Essa é a pirâmide populacional, do Brasil, até 1980.</p>
<p><a href="http://www.muitonerd.org/wp-content/uploads/2008/11/image.png" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/downloads/png/image.png');"><img title="image" style="display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto" height="389" alt="image-thumb1 O Brasil, pot&ecirc;ncia mundial nos pr&oacute;ximos 10 anos?" src="http://www.muitonerd.org/wp-content/uploads/2008/11/image-thumb1.png" width="580" /></a></p>
<p>E esta é a pirâmide populacional, com estimativa até 2010. </p>
<p><a href="http://www.muitonerd.org/wp-content/uploads/2008/11/clip-image001.png" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/downloads/png/clip-image001.png');"><img title="clip_image001" style="display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto" height="408" alt="clip_image001" src="http://www.muitonerd.org/wp-content/uploads/2008/11/clip-image001-thumb.png" width="594" /></a></p>
<p>É visível que estamos passando de um modelo de gráfico de país subdesenvolvido para de país desenvolvido, e ouso até dizer que em 10 anos atingiremos um patamar de país influente, desenvolvido e até de potência mundial!</p>
<p>Podemos comparar as piramides populacionais das grandes potências da atualidade, vejamos dos Estados Unidos em 1997, quando Bill Clinton foi presidente, uma época conhecida por auge da economia americana.</p>
<p><img style="display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto" alt="U.S. Pyramid" src="http://z.about.com/d/geography/1/0/1/B/popus.gif" title="O Brasil, Pot&ecirc;ncia Mundial Nos Pr&oacute;ximos 10 Anos?" /></p>
<p>Analisando e comparando com a pirâmide de 2000, notamos que praticamente não houve mudanças.</p>
<p><img style="display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto" alt="Population Pyramid for United States: 2000" src="http://www.census.gov/cgi-bin/ipc/idbpyr.pl?cty=US&amp;yr=2000&amp;maxp=14348291&amp;maxa=85&amp;ymax=250&amp;color=1" title="O Brasil, Pot&ecirc;ncia Mundial Nos Pr&oacute;ximos 10 Anos?" /></p>
<p>Podemos notar que:</p>
<ol>
<li>Pirâmide populacional estável (nem cresce nem diminui) </li>
<li>Maior parte da população entre 20 a 60 anos. </li>
</ol>
<p>São índices de países desenvolvidos.</p>
<p>Compare a estimativa da pirâmide para um páis como o Japão:</p>
<p><img style="display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto" alt="Population Pyramid for Japan: 2010" src="http://www.census.gov/cgi-bin/ipc/idbpyr.pl?cty=JA&amp;yr=2010&amp;maxp=5576744&amp;maxa=100&amp;ymax=250&amp;color=1" title="O Brasil, Pot&ecirc;ncia Mundial Nos Pr&oacute;ximos 10 Anos?" /></p>
<p>O Japão é um caso diferente, possui uma pirâmide que os especialistas analisam como um país “europeu” asiático. Possui taxas de natalidade muito baixas. A população no Japão está “envelhecendo”. (Parece uma constatação idiota, mas se pensar no macro, não é).</p>
<p>Especialistas encaixam países com tais pirâmides como países desenvolvidos em declínio. </p>
<p>Ok, você pode dizer, ótimo, já vi todo esse trabalho de 6a série aí… o que tem de mais?    <br />Bom, se você comparar as pirâmides brasileiras de 1980 e 2010, é visível que em 30 anos a pirâmide deu uma “engordada”. Isso é ótimo. É um dos indicadores que estamos entrando em um grupo seleto de países mais ricos. Por que isso? É fato que a camada da população que mais gera dinheiro para um país é a de adultos, que compreende exatamente a faixa de idade de 20 a 60 anos. </p>
<p>Então, ótimo, temos o básico. Gente suficiente para ganhar e gastar dinheiro, aquecer a economia interna. Nunca antes nossa classe média esteve tão bem. Recentemente saiu em todos os noticiários que a classe média era a classe que mais crescia. Criticadas por alguns, elogiadas por outros, devemos muito a economia brasileira.</p>
<p>Temos nossos erros, e <strike>cagadas</strike> deslizes? Lógico. Todo país o tem (<strike>xupa</strike> vide EUA, atualmente essa crise vai longe)! Mas eu acho que desde os anos 90, conseguimos crescer e amadurecer. A inflação “controlada”, e vários outros mecanismos que inibem as falcatruas na economia brasileira.</p>
<p>Falando em crise, recentemente recebi um ótimo e-mail que explica de maneira simples o que é essa tal da crise do subprime. Bom, material para um outro post.</p>
<p>Um lado ruim é que a desigualdade social fica mais evidente. Pois assim como a classe média cresce, a classe miserável também. Mas o fato importante é, na minha opinião, que se compararmos com o passado, estamos muito melhores. Nunca vamos estar satisfeitos, porque é da natureza humana nunca estar satisfeito (rs) mas estamos muito acostumados a reclamar de tudo e não olhar para trás e fazer uma simples comparação.</p>
<p>Hoje em dia temos linhas de crédito, que possibilitam pessoas que no passado, na mesma faixa social e econômica nunca nem poderiam sonhar em ter sua casa própria. Hoje em dia temos <a target="_blank" href="http://www.agenciabrasil.gov.br/noticias/2006/09/12/materia.2006-09-12.8048957434/view" target="_blank" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/www.agenciabrasil.gov.br');">recursos</a> maiores para isso. Tá certo que muita gente não sabe disso. Mas bom, a internet está aí.</p>
<p>Voltando ao assunto, muitos podem dizer que este artigo é muito elitista e está focado muito no sudeste brasileiro. Sabemos que 1/3 do país passa por uma fase boa, e que o resto ainda é muito miserável. Mas eu tenho um pensamento positivista. Antes alguma parte melhorar do que nenhuma parte do país melhorar. </p>
<p>Se parar para analisar o histórico, essas mesmas áreas do país que são pobres, SEMPRE foram pobres. Infelizmente existem motivos históricos (Coronelismo, exploração predativa, etc) para tal. Eu tenho a filosofia do “Pense globalmete, aja localmente”. Um conceito que eu sei que existe, mas pelo menos para mim isso funciona algo do tipo, “faça acontecer”. Se ficarmos apenas idealizando um país perfeito, isso vira utopia. Queremos algo perfeito e lindo? Sim, mas já que é <strong>praticamente</strong> impossível, vamos então fazer o que dá.</p>
<p>Portanto ao invés de ficarmos tristes pelo resto do país estar sofrendo, vamos tentar melhorar o máximo onde vivemos, com o intuito de ao melhorar alguma parte do país, torná-lo a guia para o resto do mesmo.</p>
<p>Como podemos fazer isso? Cada um com a sua parte. </p>
<p>Eu não sei o que irá acontecer antes, o Brasil se tornar uma potência, ou a população começar a pensar nele como tal. O que falta no brasileiro é a “fé”. Pergunte para qualquer um se acha que o país pode ser uma potência, tenho certeza que a primeira resposta, impensada é a de: “Não, só tem politico corrupto, e todo mundo só pensa em si mesmo.”</p>
<p>Esse é um pensamento que deve ser mudado. Apesar dos escândalos de corrupção, sonegação, e de gente simplesmente desonesta e que se aproveita dos outros, eu estou feliz com o cenário atual brasileiro.</p>
<p>Nunca antes empresas com bases sólidas na ética e transparência se deram tão bem. O pensamento antigo era que para ser uma empresa de sucesso, deviamos explorar nossos empregados. O objetivo do capitalismo era o lucro, impensado. Hoje em dia temos provas de que ao melhorar o nível de vida dos nossos próprios empregados, o retorno apesar de talvez menor, é mais constante e consistente. </p>
<p>Estamos nos transformando em um país que gera um auto-investimento, antigamente a idéia era fazer muito dinheiro rápido e sair daqui. Algo como um negócio da china. Existem muitas empresas (muitas mesmo, maioria) que ainda pensa assim? (leia-se empresas de telecomunicação, operadoras de celular, etc) Que com taxas absurdas apenas fazem o que chamamos de “Cartel disfarçado”, ou mesmo monopólio às escuras…? Existe.</p>
<p>Mas o que me deixa esperançoso, é o outro lado da moeda. São comparações estatísticas. </p>
<p>Bom, não tenho embasamento científico ou mesmo experiência de mercado suficiente para fazer uma previsão… só o tempo dirá. Mas apenas <strong>acredito</strong> que já começou.</p>
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