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	<title>Muito Nerd!&#187; Review</title>
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		<title>Mais do que um jogo, Uma Lenda</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Dec 2008 13:43:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>MACSkeptic</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Os tempos mudam, mas a lenda continua: um vilão sombrio, uma princesa em apuros, e um pequeno garoto com sua túnica verde é a única esperança de salvação para o reino. Como tantas outras lendas, a história de Link, Zelda e Gannon/Gannondorf sofreu várias alterações ao longo dos anos, contada e re-contada de tantas formas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os tempos mudam, mas a lenda continua: um vilão sombrio, uma princesa em apuros, e um pequeno garoto com sua túnica verde é a única esperança de salvação para o reino. Como tantas outras lendas, a história de Link, Zelda e Gannon/Gannondorf sofreu várias alterações ao longo dos anos, contada e re-contada de tantas formas a cada nova geração. Um legado tão marcante que é difícil, senão impossível, encontrar uma outra franquia que seja tão marcante. Os 22 anos (é, estamos ficando velhos) de sua existência fizeram de Link e sua turma um dos ícones máximos do mundo dos games.</p>
<p><a href="http://www.muitonerd.org/wp-content/uploads/2008/12/thehistoryofzelda20081217035832787.jpg"><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; border-top: 0px; margin-right: auto; border-right: 0px" title="O nascer de uma lenda" border="0" alt="O nascer de uma lenda" src="http://www.muitonerd.org/wp-content/uploads/2008/12/thehistoryofzelda20081217035832787-thumb.jpg" width="644" height="395" /></a> </p>
<p>Nesse artigo tento contar um pouco da história de uma das maiores séries de toda a história dos games, mostrando o porque ela é tão importante e, quem sabe, transmitindo um pouquinho do que me faz ter tanto respeito, admiração e carinho pela Nintendo.</p>
<p>Antes de mais nada, aviso que deixei alguns jogos muitíssimo importantes de fora desse artigo &#8211; como o “Phantom Hourglass”, por exemplo – visto que o mesmo estava tornando-se demasiadamente extenso.</p>
<p>Outro ponto a se notar, é que este não é um post simplesmente sobre games, é algo para se considerar em nossas vidas, na forma como buscamos e encaramos desafios &#8211; ou nos aquietamos ante a comodidade de uma zona de conforto </p>
<p> <span id="more-291"></span></p>
<p><strong><font color="#80ffff">O nascer de uma lenda</font>&#160;</strong></p>
<p>Quando a Nintendo, em meados dos anos 80, lançou o NES (Nintendo Entertainment System – popular “nintendinho” – que, diga-se de passagem, não é da minha época), ele era o hardware mais poderoso em todo o mercado. Porém, o design dos jogos que surgiam permanecia sendo comparável ao que se encontrava nos tempos de Atari – com jogos de apenas uma tela e sem fazer uso do poder de processamento do novo console.</p>
<p>Mas, para nossa sorte, a gigante e eterna vanguarda dos games tinha (e tem) em seu staff um dos maiores contribuidores para a evolução dos games ao longo das gerações. O nome dele: Shigeru Miyamoto.</p>
<p>Nessa época, ele começou a trabalhar “só” em dois jogos que mudariam completamente a história dos consoles: Super Mario Bros. (acho que o <strong><u>primeiro</u></strong> sidescroller dispensa quaisquer comentários) e em um projeto misterioso, que utilizaria toda a capacidade de armazenamento dos cartuchos da época, mais o <strong><u>inédito</u></strong> sistema de salvar o progresso ao longo do jogo.</p>
<p><a href="http://www.muitonerd.org/wp-content/uploads/2008/12/thehistoryofzelda20081217035820662.jpg"><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; border-top: 0px; margin-right: auto; border-right: 0px" title="Shigeru Miyamoto" border="0" alt="Shigeru Miyamoto" src="http://www.muitonerd.org/wp-content/uploads/2008/12/thehistoryofzelda20081217035820662-thumb.jpg" width="644" height="279" /></a> </p>
<p>A idéia dele para o misterioso projeto? Misturar elementos de vários gêneros: aventura, puzzle, exploração, ação, rpg. Muita gente consideraria isso uma loucura, ainda mais naqueles tempos. Afinal, ainda hoje vemos tantas aberrações que nascem de tentativas frustradas, de companhias renomadas inclusive (um exemplo não tão recente: Ubisoft – Dark Messiah Of Might And Magic [se você não jogou e/ou não sabe o que é, eu recomendo fortemente que continue assim]), de misturar sabores tão distintos do mundo dos games.</p>
<p>Como sempre foi sua postura, a idéia da grande mente criativa de Miyamoto era criar algo cujo apelo se baseia na simplicidade exarcebada, algo que pode ser entendido até por uma criança – mas que, se explorado, pode mostrar uma complexidade e profundidade para prender a atenção do mais exigente dos gamers. Eis que surge, “The Legend Of Zelda”:</p>
<p><a href="http://www.muitonerd.org/wp-content/uploads/2008/12/thehistoryofzelda20081217035819412.jpg"><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; border-top: 0px; margin-right: auto; border-right: 0px" title="Primeiro Zelda" border="0" alt="Primeiro Zelda" src="http://www.muitonerd.org/wp-content/uploads/2008/12/thehistoryofzelda20081217035819412-thumb.jpg" width="484" height="111" /></a>A premissa do jogo é bem simples: controla-se Link, um pequeno garoto, com uma quest de proporções épicas – juntar as três partes da triforce e salvar o reino de Hyrule das trevas.</p>
<p>Acostumados a games de uma tela só e sem o caráter de exploração proposto para o Zelda, muitos foram críticos e se sentiram agredidos pela falta de direcionamento que o jogo provê. Não há um caminho claro que o jogador deve seguir, cabe a ele explorar e descobrir o fantástico mundo de Hyrule, embarcando nessa aventura incrível por conta própria.</p>
<p>Mesmo com a resistência e pressão, Miyamoto manteve-se firme na idéia de quebra de paradigma – acreditando que as pessoas iríam se comunicar, trocar idéias, desvendar cada uma um pedacinho do mistério por trás do destino do jovem Link, tornando-o bem menos intimidador.</p>
<p>As vendas do primeiro jogo foram um sucesso sem par, tanto no Japão, quanto nos EUA e no resto do mundo.</p>
<p><a href="http://www.muitonerd.org/wp-content/uploads/2008/12/thehistoryofzelda20081217035844271.jpg"><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; border-top: 0px; margin-right: auto; border-right: 0px" title="Master Sword" border="0" alt="Master Sword" src="http://www.muitonerd.org/wp-content/uploads/2008/12/thehistoryofzelda20081217035844271-thumb.jpg" width="484" height="364" /></a></p>
<p>Porém, o que fôra entregue neste período não foi apenas um game revolucionário (aliás dois, se contarmos que o Super Mario Bros. foi lançado bem próximo ao primeiro Zelda). Trata-se de muito mais que um sucesso absoluto de vendas. Trata-se de revolucionar o mundo dos games de um modo geral. Afinal, imagem quantas idéias não surgiram, de outros desenvolvedores, a partir do modelo de sidescroller e da possibilidade de salvar o progresso? Parece simples e trivial, mas é praticamente a invenção da roda.</p>
<p><strong><font color="#80ffff">Novos rumos</font></strong></p>
<p>Uma coisa que aprendi em minha carreira como desenvolvedor é que nós temos uma tendência muito forte de acomodação, uma vez que tenhamos conquistado um espaço confortável. Esse conceito foi sacramentado em minha vastíssima (mas tão incompleta ainda) knowledge base por um grande gerente com quem tive oportunidade de trabalhar em meu emprego anterior – nós só crescemos e evouímos de verdade quando deixamos essa zona de conforto e damos a cara a bater, assumindo riscos e desafiando o que se considera “impossível”.</p>
<p>Por que eu estou dizendo isso? Porque é exatamente isso que torna Shigeru Miyamoto alguém tão ímpar no mundo corporativo – a audácia de quebrar o que se tem como “correto” e “imutável” a cada nova idéia, e a persistência para defender essa nova idéia incessantemente.</p>
<p>Para o inevitável “Zelda 2”, o grande ícone da toda poderosa Nintendo resolveu mudar tudo de novo, adotando um modelo mais linear, mais baseado em ação do que exploração. Com um sidescroller ao invés de uma vista top down.</p>
<p><a href="http://www.muitonerd.org/wp-content/uploads/2008/12/thehistoryofzelda20081217035809646.jpg"><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; border-top: 0px; margin-right: auto; border-right: 0px" title="Segundo Zelda" border="0" alt="Segundo Zelda" src="http://www.muitonerd.org/wp-content/uploads/2008/12/thehistoryofzelda20081217035809646-thumb.jpg" width="484" height="164" /></a></p>
<p>O novo jogo, entitulado “Adventure of Link”, foi uma mudança tão radical no modelo anterior que sequer manteve o nome “Zelda”. A arte um pouco mais adulta e sombria, mostrando um Link crescido em contraste com o jovem garotinho que apareceria em tantos outros jogos da série.</p>
<p>Naturalmente a crítica, interna e externa, chiou bastante. Mas, até pelo sucesso descomunal do primeiro jogo, as vendas foram relativamente boas para os padrões dos clássicos da Nintendo (ótimas se considerar um comparativo com títulos “normais”).</p>
<p>Apesar do relativo sucesso e da audácia de mexer em uma fórmula que havia dado tão certo, o segundo jogo ainda hoje é visto como a grande ovelha negra do mundo de Zelda, torcendo narizes por onde quer que seja mencionado.</p>
<p><a href="http://www.muitonerd.org/wp-content/uploads/2008/12/thehistoryofzelda20081217035822912.jpg"><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; border-top: 0px; margin-right: auto; border-right: 0px" title="Link e a Master Sword" border="0" alt="Link e a Master Sword" src="http://www.muitonerd.org/wp-content/uploads/2008/12/thehistoryofzelda20081217035822912-thumb.jpg" width="644" height="484" /></a><strong><font color="#80ffff"></font></strong></p>
<p><strong><font color="#80ffff">O joio e o trigo</font></strong></p>
<p>O que esperar de uma empresa de jogos que cria uma franquia que, com apenas 2 jogos lançados, chegou a casa de 10 milhões de vendas?</p>
<p>A resposta parece simples, e está na ponta de língua de qualquer pessoa que acompanha o mundo dos games: re-hashes.</p>
<p>O que eu quero dizer com “re-hash”? Seria algo como “mais do mesmo”, muda-se uma roupa aqui, um mapa ali, adiciona-se um ou dois inimigos novos e estamos prontos para o lançamento de uma continuação – cujas vendas são garantidas, afinal, é mais de uma fórmula que está nas graças do público.</p>
<p>[I’m looking @ you Square Enix and all the f*cking FF…]</p>
<p>Bom, com a Nintendo não é bem assim que a coisa funciona… e isso talvez faça parte do que torna seus fans tão fanáticos e leais.</p>
<p><strong><font color="#80ffff">A longa espera</font></strong></p>
<p>5, CINCO, anos se passaram desde o lançamento do segundo Zelda. Já estamos nos anos 90, e a Nintendo já lançou o SNES (Super Nintendo Entertainment System – popular “super nintendo”, esse já é do meu tempo hehe).</p>
<p>Muita coisa mudou em tanto tempo. Novo hardware. Novos fans. Novos paradigmas. Novos conceitos. Um novo Zelda, agora, teria que ser, novamente, algo miraculoso para causar o impacto de outrora – agora que o mercado dos games parece tão mais maduro e desenvolvido.</p>
<p>Para começar, temos um novo Link, abandonando a velha juba loira para adotar um estranho cabelo rosado, mas ainda como uma tarefa de proporções épicas:</p>
<p><a href="http://www.muitonerd.org/wp-content/uploads/2008/12/thehistoryofzelda20081217035843084.jpg"><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; border-top: 0px; margin-right: auto; border-right: 0px" title="SNES" border="0" alt="SNES" src="http://www.muitonerd.org/wp-content/uploads/2008/12/thehistoryofzelda20081217035843084-thumb.jpg" width="484" height="214" /></a> </p>
<p>A história do terceiro jogo, “A Link to the Past”, é bem mais rica e bem detalhada, introduzindo detalhes importantes sobre nosso héroi, sobre o maligno Gannon, e sobre o próprio reino de Hyrule e seu passado. Apresentando todo um universo de descobertas para o jogador.</p>
<p>Aliás, uma das marcas registradas da Nintendo, que é possível graças ao fato de ela desenvolver tanto hardware quanto software, é mostrar – a cada nova geração – o quanto as third parties estão longe de utilizarem o potencial completo de seus sistemas.</p>
<p>Bastam alguns momentos na companhia de Link para perceber o quanto a nova Hyrule é mais viva, a chuva, os trovões, as transparências, os pequenos detalhes mostram claramente o poder do SNES.</p>
<p>Desta vez não houve revolução de jogabilidade ou quebra de sequência, a surpresa – e o grande sucesso do game – são fruto do fator apresentação. Por tudo dito acima, o jogo é praticamente uma obra de arte, demonstrando todo o poder da nova plataforma.</p>
<p>Pouco tempo depois viriam “Link’s Awakening” (com seu longinquo futuro remake “Link’s Awakening DX”), respectivamente para Game Boy e Game Boy color. Ambos oferecem uma jogabilidade e uma apresentação bem similar a “A Link to the Past”, porém para os portáteis – o que não deixou de ser um grande desafio, dada a desproporção na capacidade de processamento se comparados ao SNES.</p>
<p><a href="http://www.muitonerd.org/wp-content/uploads/2008/12/thehistoryofzelda20081217035841849.jpg"><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; border-top: 0px; margin-right: auto; border-right: 0px" title="master sword" border="0" alt="master sword" src="http://www.muitonerd.org/wp-content/uploads/2008/12/thehistoryofzelda20081217035841849-thumb.jpg" width="484" height="429" /></a> </p>
<p><strong><font color="#80ffff">A era das trevas</font></strong></p>
<p>Durante muito tempo após o sucesso absoluto das versões para SNES e Game Boy, a Nintendo deixou a série dormente – eventualmente fornecendo os direitos de uso de sua marca a terceiros, como a Philips. O resultado deixou bem claro o quanto isso foi uma péssima idéia.</p>
<p>Foram lançados alguns jogos, de acabamento pra lá de duvidoso, que fizeram com que a parceria logo chegasse a um fim.</p>
<p>O porque deste descaso com a série por parte da Nintendo era no mínimo estranho à época. Por que abandonar uma série de tanto sucesso? Será que acabaram os planos da gigante dos games para o nosso simpático herói?</p>
<p><strong><font color="#80ffff">Para além da zona de conforto</font></strong></p>
<p>Adentramos à próxima geração dos consoles, e ao primeiro “erro” estratégico da Nintendo no mercado dos games. Pela primeira vez em mais de uma década ela se viu atrás no mercado de consoles. O Nintendo 64, embora fosse o console mais poderoso do mercado em termos de processamento, ficava atrás do então revolucionário playstation.</p>
<p>Estamos no início dos jogos 3D. Os desenvolvedores começam a testar desesperadamente novas fómulas para converter seus sidescrollers [copiados…] para o novo universo. O resultado na maior parte das vezes se mostra catastrófico. Problemas com câmera e controles ruins são abundantes nesta época. O mundo dos games 3D parece um grande live alpha. Os únicos que conseguíam obter algum sucesso imediato eram os jogos baseados em um pseudo 3D. Utilizando modelos tridimensionais, mas a mesma mecânica top down bidimensional da geração passada.</p>
<p>E, novamente, cinco anos já se passaram desde o último Zelda lançado pela Nintendo.</p>
<p>Durante anos o pessoal da big N se dividiu, novamente, entre seus dois filhos pródigos. Com o intuito claro q exclusivo de mostrar para o mundo dos games como se faz um jogo de plataformas verdadeiramente 3D.</p>
<p>Várias idéias foram trocadas entre os times de Mario 64 e Zelda, aproveitando muitos conceitos nascidos em um jogo, no outro. Mas o que a Nintendo tinha em mente, além de dar uma verdadeira aula de como se deve utilizar uma <strong><u>câmera e controles em jogos 3D</u></strong> com o Mario 64, era algo talvez ainda maior para o Zelda. E por maior entende-se talvez o momento mais fantástico em toda a história dos jogos &#8211; “The Ocarina of Time”.</p>
<p><a href="http://www.muitonerd.org/wp-content/uploads/2008/12/thehistoryofzelda20081217035805896.jpg"><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; border-top: 0px; margin-right: auto; border-right: 0px" title="O maior jogo de todos os tempos" border="0" alt="O maior jogo de todos os tempos" src="http://www.muitonerd.org/wp-content/uploads/2008/12/thehistoryofzelda20081217035805896-thumb.jpg" width="484" height="233" /></a> </p>
<p>O problema é que um Zelda é um jogo muito mais complexo que um simples jogo de plataformas, como o Mario. É preciso atacar, se defender, se esquivar – enfim, é preciso ter um certo nível de controle das adjacências. Uma sensação certamente bastante complicada de se traduzir para um modelo 3D, mesmo com a poderosa câmera utilizada pela Mario 64, o tempo de reação ainda não seria rápido o bastante para desviar de um golpe mortal de um chefe de dungeon.</p>
<p>Aí você vai dizer que em qualquer jogo 3D decente é possível fixar a visão no inimigo que se está enfrentando, para que se consiga ter controle da ação, correto? Mas sabem de quem foi essa idéia?</p>
<p>Em mais um jogo sob a tutela de Miyamoto, o <strong><u>Z-Targeting</u></strong>, ou Target Lock, seria introduzido para o mundo dos jogos no próximo Zelda, como mais uma novidade tão simples, mas tão necessária, da Nintendo.</p>
<p><a href="http://www.muitonerd.org/wp-content/uploads/2008/12/thehistoryofzelda20081217035849474.jpg"><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; border-top: 0px; margin-right: auto; border-right: 0px" title="Ocarina Of Time" border="0" alt="Ocarina Of Time" src="http://www.muitonerd.org/wp-content/uploads/2008/12/thehistoryofzelda20081217035849474-thumb.jpg" width="484" height="173" /></a> </p>
<p>“The Ocarina Of Time” é considerado pela esmagadora maioria da crítica, e por grande parte dos jogadores, como nada menos que <strong><u>o melhor</u></strong> jogo de todos os tempos.</p>
<p>Não é justo dizer muita coisa sobre o jogo, palavras seríam muito injustas para descrevê-lo. Apenas fica o conselho, se gosta de games e não o jogou, faça-o, urgentemente!</p>
<p><a href="http://www.muitonerd.org/wp-content/uploads/2008/12/thehistoryofzelda20081217035803631.jpg"><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; border-top: 0px; margin-right: auto; border-right: 0px" title="Link x Gannondorf" border="0" alt="Link x Gannondorf" src="http://www.muitonerd.org/wp-content/uploads/2008/12/thehistoryofzelda20081217035803631-thumb.jpg" width="644" height="484" /></a> </p>
<p><strong><font color="#80ffff">Re-hash?</font></strong></p>
<p>Logo na sequência do lançamento de “The Ocarina of Time”, a Nintendo lançou uma história paralela, ambientada no universo do jogo anterior. O jogo, “The Majora’s Mask” apresentou algumas novidades, como&#160; o sistema de máscaras que proporcionavam ao jogador a possibilidade de se transformar nas diversas raças presentes em Hyrule e também uma temática bem mais sombria do que os outros jogos da série.</p>
<p>Porém, “The Majora’s Mask” sentia claramente a falta do grande criador das séries, Shigeru Miyamoto – e o jogo não teve a mesma “mágica” que transformou o anterior em algo tão épico. Talvez até pelo já crescente desinteresse das pessoas pelo Nintendo 64, à época já superado pelo playstation. O jogo, não chega a ser um re-hash, pois a mecânica e a jogabilidade foram bastante alteradas com relação a seu antecessor – porém o mesmo marca o título com o número de vendas mais baixo na história da franquia, não chegando a casa dos 4 milhões.</p>
<p><strong><font color="#80ffff">Outsourcing</font></strong></p>
<p>No período de decadência do N64, a Nintendo novamente entrou em recesso no que diz respeito à produção de novos Zelda’s. Mais uma vez, a big-N decidiu terceirizar a produção de um jogo da franquia para alguma outra empresa.</p>
<p>Porém, desta vez a escolha mostrou-se bem mais feliz e bem sucedida do que o que ocorrera no passado com a Philips. O parceiro em questão? Ninguém menos que a Capcom.</p>
<p>Neste período, foram lançados dois Zelda’s irmãos para os portáteis &#8211; “Oracle of Seasons” e “Oracle of Ages”. Ambos introduziram novos e únicos puzzles envolvendo tarefas que transcendem as estações e o próprio tempo. A idéia seria que os jogos fossem jogados em sequência, em qualquer ordem. Ao término de um, ganhava-se um password para desvendar mais coisas no outro.</p>
<p>A história nos conta o sucesso desta parceira, tendo os 2 games vendido, juntos, mais de 8 milhões de cópias.</p>
<p><strong><font color="#80ffff">WTF?!</font></strong></p>
<p>Mesmo com o grande sucesso dos jogos desenvolvidos pela Capcom, os velhos fans de Zelda estavam sentindo a falta de um novo jogo com a magia que só a Nintendo sabe como criar. Depois do quanto se elevou o patamar com “The Ocarina of Time”, a expectativa por um novo jogo sob a tutela do Miyamoto era quase incontrolável.</p>
<p>Porém, com o lançamento do Game Cube, a Nintendo decidiu mostrar o que é uma de suas características mais marcantes: saber o que os gamers realmente querem, melhor do que eles próprios. Quando todos nós esperávamos ansiosamente por um novo Ocarina, com o visual que o console com o hardware mais poderoso da geração poderia propiciar, quão grande não foi nossa surpresa quando a gigante japonesa nos mostrou isso:</p>
<p><a href="http://www.muitonerd.org/wp-content/uploads/2008/12/thehistoryofzelda20081217035848021.jpg"><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; border-top: 0px; margin-right: auto; border-right: 0px" title="WTF?!" border="0" alt="WTF?!" src="http://www.muitonerd.org/wp-content/uploads/2008/12/thehistoryofzelda20081217035848021-thumb.jpg" width="484" height="364" /></a> </p>
<p>O simples trailer do jogo causou um alvoroço tanto na crítica, quanto nos fans. Muitos se sentiram extremamente frustrados pela falta de “maturidade” que o novo jogo apresentava. Outros tantos sentiram um ar lúdico e saudosista com o novo conceito, lembrando os velhos tempos de “Link’s Awakening” e “A Link to the Past”.</p>
<p><a href="http://www.muitonerd.org/wp-content/uploads/2008/12/thehistoryofzelda20081217035812381.jpg"><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; border-top: 0px; margin-right: auto; border-right: 0px" title="WW" border="0" alt="WW" src="http://www.muitonerd.org/wp-content/uploads/2008/12/thehistoryofzelda20081217035812381-thumb.jpg" width="436" height="166" /></a> </p>
<p>Mais as mudanças não pararam simplesmente em adotar um belo cellshading como engine gráfica para o game. O mundo de Hyrule estava tomado pelo oceano, restando apenas algumas ilhas para se explorar.</p>
<p>Com isso, nosso herói precisou ganhar um barco para se locomover de ilha em ilha, em sua quest para salvar Hyrule mais uma vez.</p>
<p><a href="http://www.muitonerd.org/wp-content/uploads/2008/12/thehistoryofzelda20081217035816974.jpg"><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; border-top: 0px; margin-right: auto; border-right: 0px" title="Wind Waker" border="0" alt="Wind Waker" src="http://www.muitonerd.org/wp-content/uploads/2008/12/thehistoryofzelda20081217035816974-thumb.jpg" width="484" height="300" /></a> </p>
<p>No fim das contas, os fans, embora ainda tenham continuado sedentos por um Zelda com um design mais voltado para o que se viu em “The Ocarina of Time”, abraçaram o novo jogo – e o mesmo foi um sucesso, inclusive de crítica.</p>
<p>De certo modo, a mudança radical faz muito parte do MO da Nintendo – não abusar de fórmulas que deram certo, arriscar, inovar, mesmo que erre muitas vezes – os acertos acabam sendo bem maiores, e daí nasce o progresso.</p>
<p>Apesar do sucesso de crítica e aceitação dos fans, as vendas foram baixas, na casa dos 2 milhões – devido ao fracasso de marketshare que foi o Game Cube.</p>
<p><strong><font color="#80ffff">Wii want a Revolution</font></strong></p>
<p>Quando a Nintendo mostrou pela primeira vez sua idéia para o próximo Zelda por volta de 2004 – no auge do declínio da geração passada e, especialmente do Game Cube – não seria nada exagerado dizer que a apresentação arrancou lágrimas de fans e críticos ao redor do mundo:</p>
<p><a href="http://www.muitonerd.org/wp-content/uploads/2008/12/thehistoryofzelda20081217035814412.jpg"><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; border-top: 0px; margin-right: auto; border-right: 0px" title="Twilight" border="0" alt="Twilight" src="http://www.muitonerd.org/wp-content/uploads/2008/12/thehistoryofzelda20081217035814412-thumb.jpg" width="484" height="154" /></a> </p>
<p>A volta ao estilo mais maduro e adulto que consagrou Ocarina, com o poder de processamento sem par do Game Cube. Parecia algo insuperável.</p>
<p>Porém, isso não lhe parece um re-hash? Pegar uma fórmula que funcionou e foi aceita no passado, re-utilizá-la em uma nova geração, adicionando à mesma apenas o visual mais bonito que um novo hardware pode oferecer? Definitivamente isso é algo que não tem a cara da Nintendo.</p>
<p><a href="http://www.muitonerd.org/wp-content/uploads/2008/12/thehistoryofzelda20081217035800162.jpg"><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; border-top: 0px; margin-right: auto; border-right: 0px" title="Wolf Link" border="0" alt="Wolf Link" src="http://www.muitonerd.org/wp-content/uploads/2008/12/thehistoryofzelda20081217035800162-thumb.jpg" width="484" height="331" /></a> </p>
<p>Uma das idéias para evitar a sensação de deja vu barata que tantas outras produtoras abusam indiscriminadamente foi introduzir uma nova forma para o personagem. No mundo das trevas, nosso herói transformaria-se em um lobo, mudando suas habilidades e a jogabilidade do game de um modo geral.</p>
<p>Ainda assim, não era mudança o bastante para deixar a alta cúpula da big-N satisfeita. Especialmente Miyamoto, que como de costume, teve uma de suas idéias controversas e discutíveis: o que nós precisamos é de uma revolução.</p>
<p>A chave para tornar o novo Zelda um novo épico estaria em movê-lo para a nova plataforma, a nova geração, o novo console da Nintendo, à época entitulado “Revolutions”.</p>
<p>Segurar um jogo tão esperado, que poderia salvar os últimos dias de um console que foi um fracasso para adaptá-lo para uma nova plataforma, sob o risco de deixar aquela sensação de ser um port mal feito, e ainda revelar o quanto o novo console não é lá muito mais poderoso que o Game Cube em termos de hardware?</p>
<p>Hoje todos nós sabemos o quanto essa escolha foi um sucesso, mas você se arriscaria a tomar uma decisão assim?</p>
<p><strong><font color="#80ffff">O Futuro?</font></strong></p>
<p><a href="http://www.muitonerd.org/wp-content/uploads/2008/12/thehistoryofzelda20081217035821646.jpg"><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; border-top: 0px; margin-right: auto; border-right: 0px" title="Futuro" border="0" alt="Futuro" src="http://www.muitonerd.org/wp-content/uploads/2008/12/thehistoryofzelda20081217035821646-thumb.jpg" width="484" height="364" /></a> </p>
<p>Já corre a notícia que a Nintendo está trabalhando em um novo Zelda, planejado, desde o berço, como um jogo para o Wii. Como sempre, não há informações sobre o possível rumo que este jogo deva tomar.</p>
<p>Se a história nos ensinou algo sobre a Nintendo, é que devemos esperar algo inesperado. Sabemos como ela simplesmente se recusa a se curvar aos desejos de fans e da indústria que adoram continuações baratas para aqueles jogos que deixam aquele gostinho de quero mais.</p>
<p>A gigante japonesa insiste em assumir que sabe melhor o que nós queremos, do que nós mesmos. E até que a história mostre o contrário, é difícil discordar que ela realmente sabe.</p>
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		<title>&#8216;Cause uncle Ben was so f*cking right</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Dec 2008 01:15:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>MACSkeptic</dc:creator>
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Como muitos dos poucos de vocês que lêem este blog sabem &#8211; e sabem muito bem, pois faço questão de lembrá-los diariamente &#8211; sou um grande fan da Microsoft. Defendo o OS, as tecnologias, sou grande entusiasta do WPF e do Silverlight 2.0 (que espero ver ainda desbancando o flash(argh²) algum dia) [aliás tem vários [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.muitonerd.org/wp-content/uploads/2008/12/imagem_internet_explorer8_small.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-233" title="imagem_internet_explorer8_small" src="http://www.muitonerd.org/wp-content/uploads/2008/12/imagem_internet_explorer8_small.jpg" alt="IE8" /></a></p>
<p>Como muitos dos poucos de vocês que lêem este blog sabem &#8211; e sabem muito bem, pois faço questão de lembrá-los diariamente &#8211; sou um grande fan da Microsoft. Defendo o OS, as tecnologias, sou grande entusiasta do WPF e do Silverlight 2.0 (que espero ver ainda desbancando o flash(argh²) algum dia) [aliás tem vários podcasts na MSDN - for free - sobre isso pra quem se interessar... o material é bom para começar], pra não mencionar todo o framework .net e o XNA.</p>
<p>Pra mim, a Microsoft, assim como a Google e a Nintendo, são algumas das empresas mais importantes para a minha vida. Estimo que 90% das minhas atividades diárias (descontando-se o tempo que estou dormindo) são diretamente ligadas aos produtos destas empresas.</p>
<p><span id="more-235"></span></p>
<p>Tudo começou durante mais um dia de trabalho em uma grande empresa de hospedagem. Tudo começou em um chamado aberto quando o usuário, ao utilizar um sistema web interno, viu que um campo simplesmente estava inacessível, como se estivesse desabilitado.</p>
<p>Ao testar o mesmo sistema, para as mesmas condições, em diversas máquinas, percebemos que não havia problemas. A hipótese número 1 foi: java(argh)script desativado no browser &#8211; esta logo foi refutada ao verificar que estava tudo ligado na máquina onde ocorrera o problema.</p>
<p>O que percebemos ao checar a hipótese mencionada acima foi que, nesta máquina, estava instalado o internet explorer 8 &#8211; beta 2. Para tirar a prova, decidimos usar minha máquina como cobaia para instalar o novo browser e ver se o treco quebra&#8230;</p>
<p>Aí começa isso aqui:</p>
<p><a href="http://www.muitonerd.org/wp-content/uploads/2008/12/1_google_toolbar.png"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-221" title="1_google_toolbar" src="http://www.muitonerd.org/wp-content/uploads/2008/12/1_google_toolbar.png" alt="Falha - Google Toolbar" /></a></p>
<p>Ok ok&#8230; Google toolbar&#8230; qual a utlidade disso? Tirando algumas developer tools que o Chrome tem built-in&#8230; nada demais. É perdoável vai, quebrar um produto da maior rival em internet.</p>
<p><span style="color:red"><del datetime="2008-12-18T23:11:50+00:00">INFELIZMENTE, tive um problema com o editor do WordPress que se recusa a fazer thumbnails das minhas imagens em png&#8230; como elas são muito grandes, vou colocar apenas o link aqui, clique à medida em que lê, ok?</del></span></p>
<p><span style="color:red">Ok, fiz na mão mesmo&#8230;</span></p>
<p>Mas chega um certo ponto em que se começa a passar dos limites&#8230; Lembrando que minha motivação inicial para instalar o IE8 beta era verificar se um dado sistema web estava quebrando especificamente neste browser. Mas, como nós temos muito tempo a perder&#8230;</p>
<p><a href="http://www.muitonerd.org/wp-content/uploads/2008/12/2_discovery_channel.png" target="blank"><br />
<img src="http://www.muitonerd.org/wp-content/uploads/2008/12/2_discovery_channel.png" alt="2 discovery channel Cause uncle Ben was so f*cking right" width="600" height="300" title="Cause uncle Ben was so f*cking right" /></a></p>
<p>Imagino o que eu vou descobrir, ainda não tive tempo de testar&#8230; mas será que se entrar em java.sun.com ele vai me fazer descobrir o SLOW.org e TooMuchPointlessHype.org ? e se eu entrar no muitonerd.org, vou descobrir o TehBestFreakingBlagOnTehInt4rweb.org? Se bem que pra isso não precisa de nenhum algoritmo fodástico né? =P.</p>
<p>Anyway&#8230; respondi que sim para ver quais maravilhas a nova feature irá me reservar <img src='http://www.muitonerd.org/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' title="Cause uncle Ben was so f*cking right" /> .</p>
<p>Continuando&#8230;</p>
<p><a href="http://www.muitonerd.org/wp-content/uploads/2008/12/3_almost_dun_make_me_5.png" target="blank"><br />
<img src="http://www.muitonerd.org/wp-content/uploads/2008/12/3_almost_dun_make_me_5.png" alt="3 almost dun make me 5 Cause uncle Ben was so f*cking right" width="600" height="300" title="Cause uncle Ben was so f*cking right" /></a></p>
<p>Estamos quase lá??? Mesmo??? Não me faça 5 (5 -&gt; 101 -&gt; lol).</p>
<p>E você me dá duas opções:</p>
<ul>
<li>Deixe que eu configure tudo (<strong>errado</strong>) pra você</li>
<li>Configure tudo você mesmo</li>
</ul>
<p>Sinceramente, qual você acha que alguém que escreve neste blog escolheria?</p>
<p>Continuando&#8230; lembre-se que você me disse que estamos <em>quase lá</em>&#8230;.</p>
<p><a href="http://www.muitonerd.org/wp-content/uploads/2008/12/4_search_provider.png" target="blank"><br />
<img src="http://www.muitonerd.org/wp-content/uploads/2008/12/4_search_provider.png" alt="4 search provider Cause uncle Ben was so f*cking right" width="600" height="300" title="Cause uncle Ben was so f*cking right" /></a></p>
<p>Não, eu n-ã-o quero o windows live search, o Google é infinitamente melhor&#8230;</p>
<p><span style="font-size: large;">Quase lá</span>&#8230;</p>
<p><a href="http://www.muitonerd.org/wp-content/uploads/2008/12/5_accelerate_urself_b_tch.png" target="blank"><br />
<img src="http://www.muitonerd.org/wp-content/uploads/2008/12/5_accelerate_urself_b_tch.png" alt="5 accelerate urself b tch Cause uncle Ben was so f*cking right" width="600" height="300" title="Cause uncle Ben was so f*cking right" /></a></p>
<p>Interessante, você vai autocompletar o que eu digito e bla bla bla? Pena que o chrome e o firefox já fazem isso né?</p>
<p>Meu sistema continua sem testar e continuamos &#8220;<span style="font-size: x-large; color:yellow">quase lá</span>&#8220;&#8230;</p>
<p><a href="http://www.muitonerd.org/wp-content/uploads/2008/12/6_smart_what.png" target="blank"><br />
<img src="http://www.muitonerd.org/wp-content/uploads/2008/12/6_smart_what.png" alt="6 smart what Cause uncle Ben was so f*cking right" width="600" height="300" title="Cause uncle Ben was so f*cking right" /></a></p>
<p>Yeah Yeah, whatever&#8230; se você recomenda&#8230; se eu discordar é capaz de tentar me convencer com mais 50 telas.</p>
<p><span style="font-size: xx-large; color:blue">Quase lá</span>&#8230;</p>
<p><a href="http://www.muitonerd.org/wp-content/uploads/2008/12/7_heck_nooooo.png" target="blank"><br />
<img src="http://www.muitonerd.org/wp-content/uploads/2008/12/7_heck_nooooo.png" alt="7 heck nooooo Cause uncle Ben was so f*cking right" width="600" height="300" title="Cause uncle Ben was so f*cking right" /></a></p>
<p>Eu continuo precisando <strong>usar</strong> a internet <img src='http://www.muitonerd.org/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' title="Cause uncle Ben was so f*cking right" /> . So&#8230; no thanks!</p>
<p>Bom, como obviamente eu não fiz este post durante o trabalho, aqui teremos uma quebra na nossa história. Lembram-se, o sistema que parece quebrado no IE8? No fim das contas realmente o IE8 tem muitos problemas, como veremos a seguir e resolvemos habilitando o modo &#8220;comporte-se como IE7&#8243;.</p>
<p>O fato é que, já em casa, minha prioridade foi testá-lo com o maior e melhor mega-ultra-super-giga-tera portal muito nerd da int4rweb. Para minha surpresa, as sugestões de links que ele ofereceu não poderiam ser melhores &#8211; aliás eu recomendo <strong>fortemente</strong> que visitem esse link da imagem todos os dias <img src='http://www.muitonerd.org/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' title="Cause uncle Ben was so f*cking right" /> .</p>
<p><a href="http://www.muitonerd.org/wp-content/uploads/2008/12/8_suggestions.png" target="blank"><br />
<img src="http://www.muitonerd.org/wp-content/uploads/2008/12/8_suggestions.png" alt="8 suggestions Cause uncle Ben was so f*cking right" width="600" height="300" title="Cause uncle Ben was so f*cking right" /></a></p>
<p>Logado, indo pra velha e boa dashboard do wordpress&#8230;</p>
<p><a href="http://www.muitonerd.org/wp-content/uploads/2008/12/9_dashboard_ok.png" target="blank"><br />
<img src="http://www.muitonerd.org/wp-content/uploads/2008/12/9_dashboard_ok.png" alt="9 dashboard ok Cause uncle Ben was so f*cking right" width="600" height="300" title="Cause uncle Ben was so f*cking right" /></a></p>
<p>Até aqui, tudo bem \o/.</p>
<p>Ok, vamos fazer um post sobre o IE8 então&#8230;</p>
<p><a href="http://www.muitonerd.org/wp-content/uploads/2008/12/10_new_post_wtf_1.png" target="blank"><br />
<img src="http://www.muitonerd.org/wp-content/uploads/2008/12/10_new_post_wtf_1.png" alt="10 new post wtf 1 Cause uncle Ben was so f*cking right" width="600" height="300" title="Cause uncle Ben was so f*cking right" /></a></p>
<p>Ooooops!</p>
<p>Continuando, o restante da tela&#8230;</p>
<p><a href="http://www.muitonerd.org/wp-content/uploads/2008/12/11_new_post_wtf_2.png" target="blank"><br />
<img src="http://www.muitonerd.org/wp-content/uploads/2008/12/11_new_post_wtf_2.png" alt="11 new post wtf 2 Cause uncle Ben was so f*cking right" width="600" height="300" title="Cause uncle Ben was so f*cking right" /></a></p>
<p>O título aparece em uma grande caixa de texto não clicável. Sensacional&#8230;</p>
<p>Quer mais uma?</p>
<p><a href="http://www.muitonerd.org/wp-content/uploads/2008/12/ie8vschrome.jpg"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-232" title="ie8vschrome" src="http://www.muitonerd.org/wp-content/uploads/2008/12/ie8vschrome.jpg" alt="GMAIL" /></a></p>
<p>Ok ok, é um beta&#8230; mas que está com uma cara de alfa&#8230; isso está.</p>
<p>Ano após ano a Microsoft abusa do seu poder como líder inquestionável do mercado, cujo browser é utilizado pela esmagadora maioria dos internautas do mundo todo (em grande parte por aqueles que não deveríam ser permitidos de chegar sequer perto de um computador) e re-inventa a forma como o html, css e javascript são interpretados e renderizados.</p>
<p>O resultado? Um pesadelo sem fim para desenvolvedores e morons&#8230; erm&#8230; usuários.</p>
<p>Ninguem pensa em escrever uma classe em java(argh) começando com letra minúscula, pensa? Ou uma propriedade em C# começando com letra minúscula? Um pouquinho de pesquisa e temos lá um padrão tão bem aceito pela comunidade, que não há quaisquer motivos para se desviar e criar caos desnecessário.</p>
<p>Qual a dificuldade de se entrar em um acordo e finalmente todo mundo renderizar a borda pra fora do width (ou pra dentro)? De se definir margens e paddings padrões?</p>
<p>Como já dizia uncle Ben&#8230;</p>
<blockquote><p>Com grandes poderes, vêm grandes responsabilidades</p></blockquote>
<p>Se o lider do mercado decidisse aderir de vez a um padrão (W3C), sob pena de assumir que algumas práticas de versões passadas estavam erradas&#8230; a tendência talvez seria que chegássemos a um consenso (por mais que o html e css não sejam linguagens descritas em sua completude, dando margem a este tipo de discrepância) muito mais facilmente.</p>
<p>Ah sim, o IE8 parece mais rápido, melhor que a carroça que é Firefox 3 (que tem decaído muito no meu conceito). Mas ainda assim nada que chegue aos pés do Chrome.</p>
<p>Pra finalizar, sobre o super wizard que é mostrado nas opções customizadass de instalação (&#8230;):</p>
<ul>
<li>Usuários que se sentiriam confortáveis com o nível e a &#8220;profundidade&#8221; das explicações que vieram nas telas seguintes <strong>jamais</strong> clicariam em &#8220;opções customizadas&#8221;. Estes seríam mais do tipo que tem até medo da palavra &#8220;options&#8221;.</li>
<li>Usuários que clicaríam em &#8220;opções customizadas&#8221; se sentiríam ofendidos com a inutilidade e a falta de detalhes das descrições sobre as opções do browser. E ficaríam, sem dúvida, muito mais contentes em acessar as opções do navegador de forma manual &#8211; o que seria bem mais eficiente</li>
</ul>
<p>O que se tira disso? IE8 beta 2 <a target="_blank" href="http://failblog.org/" target="blank">FAIL</a> nonetheless.</p>
<p>Esperemos pela versão final.</p>
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		<title>E-mail An&#244;nimo com o Mailinator</title>
		<link>http://www.muitonerd.org/util/e-mail-annimo-com-o-mailinator/</link>
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		<pubDate>Tue, 19 Aug 2008 19:47:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diogo K.</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Cansado de ter que  ficar colocando seu e-mail em todos os sites que precisam de cadastro?
E ainda mais naqueles sites que voc&#234; s&#243; quer uma coisa, e nunca mais vai entrar? Voc&#234; est&#225; procurando por um driver, dif&#237;cil de achar, e acha finalmente em um site! Mas esse site precisa de cadastro. E l&#243;gico [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Cansado de ter que <a href="http://www.muitonerd.org/wp-content/uploads/2008/08/smalllogo.png"><img height="35" alt="smalllogo thumb E mail An&ocirc;nimo com o Mailinator" src="http://www.muitonerd.org/wp-content/uploads/2008/08/smalllogo-thumb.png" width="109" align="right" title="E mail An&ocirc;nimo com o Mailinator" /></a> ficar colocando seu e-mail em todos os sites que precisam de cadastro?</p>
<p>E ainda mais naqueles sites que voc&#234; s&#243; quer uma coisa, e nunca mais vai entrar? Voc&#234; est&#225; procurando por um driver, dif&#237;cil de achar, e acha finalmente em um site! Mas esse site precisa de cadastro. E l&#243;gico que esse cadastro precisa que voc&#234; forne&#231;a um monte de dados, inclusive uma confirma&#231;&#227;o de um e-mail v&#225;lido. (Eles v&#227;o te mandar um e-mail para voc&#234; clicar num link para confirmar autenticidade do e-mail).</p>
<p>&#201; realmente <strike>um saco</strike> muito trabalhoso e at&#233; mesmo perigoso ficar colocando seus dados em sites que voc&#234; n&#227;o conhece. Fora aumentar a massa de SPAM que recebe. (Eu particularmente recebo uma m&#233;dia de 30 SPAMs por semana).</p>
<p>Ok, voc&#234; pode falar: <em>&quot;Tudo bem, eu uso gmail, o filtro de SPAM deles &#233; &#243;timo.&quot;</em></p>
<p>Mas procurando por uma solu&#231;&#227;o pra esse cen&#225;rio, achei algo interessante&#8230;</p>
<p> <span id="more-120"></span>
<p>O Mailinator &#233; um site que prop&#245;e:</p>
<blockquote><p>It&#8217;s simple, you just send email to it. Temporary accounts are created when email arrives for them. First, you give out the mailinator email address you created, and then you check it. It&#8217;s that simple.</p>
</blockquote>
<p>Realmente, &#233; simples. Voc&#234; entra num site que precisa de cadastro, e al&#233;m disso o cadastro tem que ser verificado na sua caixa postal. A&#237; &#233; f&#225;cil, voc&#234; fornece um e-mail do tipo: <a target="_blank" href="mailto:abcde1936zxxxhuauhauh@mailinator.com">abcde1936zxxxhuauhauh@mailinator.com</a> e para verificar se o e-mail chegou, basta entrar em <a target="_blank" href="http://www.mailinator.com/">http://www.mailinator.com/</a> e na caixa &quot;<em>Check your Inbox&quot;</em> voc&#234; fornece o login que voc&#234; inventou (<strong><em>abcde1936zxxxhuauhauh</em></strong> no caso) e pronto! </p>
<p>Qualquer string v&#225;lida para formar um e-mail, ou seja <a target="_blank" href="mailto:qualquer-coisa-antes-do@mailinator.com">qualquer-coisa-antes-do@mailinator.com</a>, &#233; tranformado num novo e-mail pronto para ser acessado!</p>
<p>&#201; uma &#243;tima dica para aqueles cadastros chatos! Existem sites que possuem um filtro, para que n&#227;o se cadastrem e-mails de sites anonimos como esse, mas o Mailinator tem outros dom&#237;nios tamb&#233;m. Um que eu gosto muito &#233; o: thisisnotmyrealemail.com muito bom! </p>
<p>Agora existem outros tipos de sites que oferecem o mesmo servi&#231;o. Qual a vantagem desse?</p>
<p>Bom, como a maioria dos sites usam o mesmo conceito (para logar no e-mail, basta saber o login, j&#225; que n&#227;o existem senhas, o que pediria um cadastro e o que invalidaria o conceito do neg&#243;cio) fica um tanto quanto inseguro isso, n&#227;o? Para outra pessoa acessar a sua caixa de entrada, basta saber o login. Seguran&#231;a ZERO.</p>
<p>Bom, para contornar isso o Mailinator criou um sistema interessante. </p>
<p>Ao inventar um email bem dificil (que seja muito dificil de algu&#233;m descobrir, como o exemplo acima) e logar na caixa postal, o Mailinator exibe a seguinte informa&#231;&#227;o:</p>
<p><img height="52" alt="mailinator alternative inbox E mail An&ocirc;nimo com o Mailinator" src="http://www.muitonerd.org/wp-content/uploads/2008/08/mailinator-alternative-inbox.jpg" width="463" title="E mail An&ocirc;nimo com o Mailinator" /> </p>
<p>Ou seja, agora ao inv&#233;s de voc&#234; fornecer o e-mail <a target="_blank" href="mailto:abcde1936zxxxhuauhauh@mailinator.com">abcde1936zxxxhuauhauh@mailinator.com</a>, basta fornecer o e-mail <a target="_blank" href="mailto:M8R-nkl58o@mailinator.com">M8R-nkl58o@mailinator.com</a> que &#233; um alias para o primeiro. Mas se algu&#233;m tentar logar com o segundo, n&#227;o ter&#225; acesso ao primeiro. Simples e inteligente.</p>
<p>Existe tamb&#233;m um <em>feed</em> que voc&#234; pode assinar para saber quando chegou um e-mail para voc&#234;. Dessa maneira &#233; poss&#237;vel at&#233; usar esse servi&#231;o continuamente, n&#227;o s&#243; para cadastros r&#225;pidos.</p>
<p>Maiores informa&#231;&#245;es no <a target="_blank" href="http://www.mailinator.com/faq.jsp" target="_blank">FAQ</a> do site!</p>
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		<title>[Review] Firefly</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Aug 2008 19:00:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>MACSkeptic</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A série é ambientada no futuro, por volta do ano 2500 &#8211; num cenário onde os recursos da terra já não comportam (há tempos) a raça humana. Com isso, passou a ser necessário estabelecer uma política expansionista no espaço.
O carro chefe da trama (ou nave chefe&#8230;) é a nave do capitão Reynolds &#8211; Serenity &#8211; [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A série é ambientada no futuro, por volta do ano 2500 &#8211; num cenário onde os recursos da terra já não comportam (há tempos) a raça humana. Com isso, passou a ser necessário estabelecer uma política expansionista no espaço.</p>
<p>O carro chefe da trama (ou nave chefe&#8230;) é a nave do capitão Reynolds &#8211; Serenity &#8211; cuja classe, &#8220;firefly&#8221;, dá nome à série.</p>
<p><a href="http://www.muitonerd.org/wp-content/uploads/2008/08/firefly_front_cover.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-123" src="http://www.muitonerd.org/wp-content/uploads/2008/08/firefly_front_cover.jpg" alt="Firefly" title="[Review] Firefly" /></a></p>
<p>O que torna firefly diferente do que se vê pelo vasto mundo sci-fi convencional é a riqueza e a atenção dadas à história em si, em detrimento da preocupação com apelo e estratégias de marketing tão comuns na atual conjetura televisiva. Em um daqueles típicos bonus de DVD`s de séries, contendo entrevistas exclusivas e um pouco de backstage, o autor e diretor &#8211; Joss Whedon &#8211; afirma que seu grande interesse com a série era contar uma história. Um dos momentos mais marcantes da entrevista vem dele próprio, Whedon, dizendo que pedia aos cinegrafistas para propositalmente deixar a câmera balançar, perder foco e enquandramento em algumas cenas &#8211; visando colocar o expectador dentro do espetáculo.</p>
<p>De um modo geral, o mundo recebeu firefly de um modo muito extremista, podendo separar a aceitação da obra em dois grupos:</p>
<ul>
<li>Aqueles que se apaixonaram pela trama em poucos minutos;</li>
</ul>
<ul>
<li>Aqueles que não compreenderam a intenção de Whedon e prefeririam algo mais hollywoodiano.</li>
</ul>
<p>Infelizmente a maior parte da audiência da FOX na época pertencia ao segundo grupo, o que fez com que o show se transformasse em uma verdadeira catástrofe do ponto de vista financeiro.</p>
<p>Embora eu tenta tentado evitar, o que segue conterá alguns spoilers sobre o enredo&#8230; considere-se avisado!</p>
<p><span id="more-122"></span></p>
<p>Uma das grandes atrações de firefly é a riqueza dedicada à personalidade de cada personagem:</p>
<ul>
<li>Capitão Malcolm Reynolds (Nathan Fillion) &#8211; Triste, protetor e de personalidade penetrante &#8211; Algo muito próximo de um House (porém menos mesquinho e sem a genialidade);</li>
</ul>
<ul>
<li>Zoe Alleyne Washburne (Gina Torres) &#8211; Remanescente da grande guerra contra o império, braço direito do capitão &#8220;Mal&#8221;;</li>
</ul>
<ul>
<li>Hoban Washburne (Alan Tudyk) &#8211; Piloto da nave Serenity, brincalhão e carefree mas incrivelmente habilidoso &#8211; também é o marido de Zoe;</li>
</ul>
<ul>
<li>Inara Serra (Morena Baccarin) &#8211; A &#8220;acompanhante&#8221; (uma profissão de muita honra na sociedade descrita na trama, algo como uma mistura de puta de luxo com um nobre cavaleiro). Ela é tratada como uma &#8220;embaixatriz&#8221; pela tripulação da Serenity, além de uma clara relação conturbada de ódio e queda pelo capitão &#8220;Mal&#8221;;</li>
</ul>
<ul>
<li>Lee &#8220;Kaylee&#8221; Frye (Jewel Staite) &#8211; O que se esperaria do mecânico de uma nave? Bruto, sujo, truculento &#8211; nada disso! Whedon escolheu a bela Jewel Staite para o trabalho, mas não sem antes exigir que ela ganhasse alguns quilinhos (nada exagerado) para que pareça mais real.</li>
</ul>
<ul>
<li>Jayne Cobb (Adam Baldwin) &#8211; Direto, violento, traiçoeiro, especialista em armas de fogo &#8211; é o bad boy da tripulação da Serenity, tendo se tornado um membro sendo subornado capitão &#8220;Mal&#8221;;</li>
</ul>
<ul>
<li>Simon Tam (Sean Maher) &#8211; O riquinho: médico, cabelinho vaca lambida cheio de gel &#8211; um cirurgião genial &#8211; contrastando com a simplicidade dos demais membros da tripulação;</li>
</ul>
<ul>
<li>River Tam (Summer Glau) &#8211; Poderia escrever um post inteiro à parte apenas dedicado a River Tam, mas vou ficar com a descrição dada pelo seu irmão (Simon): &#8220;Vocês me consideram inteligente? Minha irmã me faz parecer uma criatura insignificante&#8221;;</li>
</ul>
<ul>
<li>Shepherd Derrial Book (Ron Glass) &#8211; Um pastor, homem de deus &#8211; com um misterioso passado obscuro.</li>
</ul>
<p>Conforme já dito anteriormente, a trama retrata uma realidade futura, em um cenário pós guerra separatista &#8211; onde o império saiu vitorioso e assumiu o controle da galáxia. O foco da ambientação fica por conta do contraste entre:</p>
<ul>
<li>O império e as colônias centrais &#8211; estritamente organizados e desenvolvidos;</li>
</ul>
<ul>
<li>As colônias periféricas, onde a vida é arcaica, faltam recursos e até mesmo a tecnologia lembra um filme de velho oeste (porém com naves espaciais =P). Estas colônias são em grande parte controladas por criminosos ou &#8220;smugglers&#8221; que contratam transeuntes (como a tripulação da Serenity) para fazer seus trabalhos sujos como, por exemplo, trafegar mercadorias ilegais.</li>
</ul>
<p>O humor encontra-se presente na sério no melhor estilo geek sarcástico e a série apresenta uma trilha sonora irretocável, composta por Greg Edmonson.</p>
<p>Em mais um trecho das entrevistas exclusivas presentes no DVD, há o depoimento de cada um dos atores sobre seus personagens, sobre como a história foi cativante para cada um deles &#8211; e como muitas vezes várias frases e ações fora de script aconteciam naturalmente durante as cenas, devido ao alto nível de imersão deles na trama. E grande parte dessas contribuições espontâneas acabaram sendo aceitas e estão presentes no corte final da série.</p>
<p>O grande ponto negativo é que infelizmente a história não conheceu se fim planejado, muitas perguntas ficaram em aberto devido ao corte de verbas da FOX (por causa da audiência catastrófica). A série só chegou ao número de episódios que chegou devido ao apelo dos fãs, que não só encheram a emissora de cartas, como também colocaram outdoors e anúncios em grandes revistas, pedindo que &#8220;não tirasse os céus de Serenity&#8221; (em alusão à música de abertura).</p>
<p>Seguem os episódios produzidos:</p>
<ol>
<li>Serenity (2 hours)</li>
<li>The Train Job</li>
<li>Bushwhacked</li>
<li>Shindig</li>
<li>Safe</li>
<li>Our Mrs Reynolds</li>
<li>Jaynestown</li>
<li>Out Of Gas</li>
<li>Ariel</li>
<li>War Stories</li>
<li>Trash</li>
<li>The Message</li>
<li>Heart Of Gold</li>
<li>Objects In Space</li>
</ol>
<p>Para sanar o não fim da história, foi feito um longa que procurou ao menos dar um desfecho satisfatório para a mesma &#8211; embora tenha sido claramente algo corrido e forçado.</p>
<p>Para finalizar, fica uma citação de Whedon, sobre sua obra:</p>
<blockquote><p>&#8220;It’s a story about freedom — how much we need it, how much everybody deserves it and how much we can lose before we have to fight back&#8221;</p></blockquote>
<p>Fica aí a recomendação, de um modo geral o show teve uma aceitação sem par entre o público mais geek. A série ganhou um prêmio em 2005, na revista New Scientist, como &#8220;Melhor sci-fi espacial de todos os tempos&#8221;. Um fato curioso é que a série ficou em primeiro neste prêmio, e o segundo lugar ficou com ninguém menos que o longa de abertura (Serenity).</p>
<p>Para quem se interessar, há uma <a target="_blank" href="http://www.fireflywiki.org">wiki criada pelos fans da série</a>.</p>
<p>Se interessou? Quer saber mais? Deixe um comment! <img src='http://www.muitonerd.org/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' title="[Review] Firefly" /> </p>
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		<title>Batman, The Dark Knight</title>
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		<pubDate>Tue, 12 Aug 2008 05:51:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diogo K.</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
Estava a muito tempo querendo assistir esse filme!
Eu sou um fã desse herói desde a época em que eu lia os gibis da DC! Nem vou me dar ao trabalho de explicar o porquê.
Um dos melhores filmes dos últimos 10 anos!!! Excelente atuação por parte do ator Heath Ledger, um roteiro que prende o espectador, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.muitonerd.org/wp-content/uploads/2008/08/batman-dark-knight-joker.jpg"><img style="border-right: 0px; border-top: 0px; border-left: 0px; border-bottom: 0px" src="http://www.muitonerd.org/wp-content/uploads/2008/08/batman-dark-knight-joker-thumb.jpg" border="0" alt="batman dark knight joker thumb Batman, The Dark Knight" width="244" height="184" align="right" title="Batman, The Dark Knight" /></a></p>
<p>Estava a muito tempo querendo assistir esse filme!<br />
Eu sou um fã desse herói desde a época em que eu lia os gibis da DC! Nem vou me dar ao trabalho de explicar o porquê.</p>
<blockquote><p>Um dos melhores filmes dos últimos 10 anos!!! Excelente atuação por parte do ator Heath Ledger, um roteiro que prende o espectador, uma história cheia de reviravoltas, e lógico, um pouco de exageros&#8230;</p></blockquote>
<p>Aos fãs do homem-morcego (boa parte do nosso público, imagino) deixem me contar um pouco da minha epopéia para assitir esse filme&#8230;</p>
<p><span id="more-101"></span>Eu estava querendo assistir esse filme desde que <span style="text-decoration: line-through;">estreiou</span> fiquei sabendo de sua estréia, quando vi o trailer. Ok, o filme estreiou aqui em São Paulo, e depois de uma semana finalmente consegui um tempinho para ir assitir. Vi no site do cinema dois shoppings, e vi que somente poderia pegar a última sessão de um dos dois.</p>
<p>Ok, fui todo pimpão para um que era mais perto do meu trabalho, chegando a &#8220;seguros&#8221; 20 minutos antes da sessão. Eis que fui comprar meu ingresso, vejo na tela: &#8220;Batman, o Cavaleiro das Trevas &#8211; <strong><span style="text-decoration: underline;">Dublado</span></strong>&#8221;</p>
<p>Singela palavra que resume o que senti: Desespero!!!</p>
<p>Olhe no relógio, a sessão no outro shopping que eu vi havia começado haviam 5 minutos.</p>
<p>Juro, fiquei puto. Como eu não havia percebido que o filme era dublado, quando vi no site? Eis que outro sentimento me tomou: Dúvida! O que fazer? Assistir assim mesmo? Dublado? Assistir outro filme?</p>
<p>Bom, aconteceu que eu estava tão animado que eu ia assistir, que aquilo literalmente me derrubou. Desisti de tudo, com uma raiva enorme, fui na lanchonete do Shopping, que estava para fechar, pedi o maior lanche e destruí de comê-lo com raiva! Terminei a noite assim, tendo que voltar para casa e dormir.</p>
<p>Enfim, foi isso.</p>
<p>Depois de outra semana eu finalmente consegui assitir este incrível filme (legendado desta vez hehe) e digo uma coisa! Não me arrependo de ter escolhido não assitir o dublado. Que filme! Aposto que muito da atuação do Ledger se perderia na dublagem! E bom, como foi muito repercutido já na mídia e na blogosfera&#8230; QUE ATUAÇÃO!</p>
<p>Aposto que todos foram meio incrédulos com um novo Coringa. Jack Nicholson cunhou o personagem<sup>1</sup> como nenhum outro teria feito anteriormente. E não digo que Ledger esteve à altura. Ele realmente superou Nicholson! Este Coringa de Ledger é caótico, inteligente, sinistro e completamente insano. E dono de uma risada que ao escutá-la você fica com medo de perder sua própria sanidade. Incrível! Só de ver sua incrível atuação o filme já vale!</p>
<p>E isso tudo me faz pensar, é triste, e politicamente incorreto dizer isso, mas acredito que ao morrer, Ledger pode ter &#8220;morrido na melhor hora&#8221;. No seu auge. E não entendo o suficiente de cinema para dizer isso, mas acredito que ele tem grandes chances de se tornar o segundo ator a ganhar um Oscar póstumo<sup>2</sup>!   Apesar de haver controvérsias. James Dean foi indicado duas vezes postumamente, e em ambas vezes não ganhou a estatueta.</p>
<p>Bom, de qualquer maneira o assunto está fervilhando na blogosfera e na mídia. O site oficial de <a target="_blank" href="http://heathledger.com/" target="_blank">Heath Ledger</a> até está com uma <a target="_blank" href="http://heathledger.com/nominate/" target="_blank">petição</a><sup>3</sup> para que o ator seja indicado ao Oscar. Apesar de ser um site meio&#8230; estranho, eu já me inscrevi. Pode ser que essa petição não dê em nada, mas pelo menos tenho o sentimento de que fiz o que podia.</p>
<p>Acredito que esse é um filme que vai agradar a todo o público, fãs do Batman e também o público em geral. É um filme aos moldes de Hollywood, muita ação e efeitos especiais.</p>
<p>Os únicos contras do filme:</p>
<ul>
<li>O Coringa é ninja, ele consegue praticamente sozinho plantar bombas onde quiser e como quiser. Não há segurança em nenhum lugar em Gothan. Hospitais, delegacias, nada está a salvo. E ele consegue não sei como infiltrar pessoas em qualquer lugar e esfera dos poderes.</li>
<li>Há muitas reviravoltas no filme, um filme talvez um pouco longo demais. Um pouquinho cansativo talvez, mas nada exagerado.</li>
</ul>
<p>Ótimo filme! Agora vou esperar sair em DvD para tê-lo na minha coleção!</p>
<div id="scid:0767317B-992E-4b12-91E0-4F059A8CECA8:518f9511-70c5-4267-8db3-c361ba49c97f" class="wlWriterSmartContent" style="padding-right: 0px; display: inline; padding-left: 0px; padding-bottom: 0px; margin: 0px; padding-top: 0px">Technorati Marcas: <a target="_blank" rel="tag" href="http://technorati.com/tags/batman">batman</a>,<a target="_blank" rel="tag" href="http://technorati.com/tags/dark%20knight">dark knight</a>,<a target="_blank" rel="tag" href="http://technorati.com/tags/joker">joker</a>,<a target="_blank" rel="tag" href="http://technorati.com/tags/coringa" class="broken_link">coringa</a>,<a target="_blank" rel="tag" href="http://technorati.com/tags/o%20cavaleiro%20das%20trevas" class="broken_link">o cavaleiro das trevas</a>,<a target="_blank" rel="tag" href="http://technorati.com/tags/duas%20caras" class="broken_link">duas caras</a>,<a target="_blank" rel="tag" href="http://technorati.com/tags/two%20face">two face</a>,<a target="_blank" rel="tag" href="http://technorati.com/tags/homem%20morcego" class="broken_link">homem morcego</a>,<a target="_blank" rel="tag" href="http://technorati.com/tags/homem-morcego" class="broken_link">homem-morcego</a>,<a target="_blank" rel="tag" href="http://technorati.com/tags/resenha%20do%20batman" class="broken_link">resenha do batman</a>,<a target="_blank" rel="tag" href="http://technorati.com/tags/resenha" class="broken_link">resenha</a>,<a target="_blank" rel="tag" href="http://technorati.com/tags/review">review</a>,<a target="_blank" rel="tag" href="http://technorati.com/tags/cr%c3%adtica">crítica</a>,<a target="_blank" rel="tag" href="http://technorati.com/tags/filme">filme</a>,<a target="_blank" rel="tag" href="http://technorati.com/tags/filmes">filmes</a>,<a target="_blank" rel="tag" href="http://technorati.com/tags/movie">movie</a>,<a target="_blank" rel="tag" href="http://technorati.com/tags/movies">movies</a>,<a target="_blank" rel="tag" href="http://technorati.com/tags/cinema">cinema</a>,<a target="_blank" rel="tag" href="http://technorati.com/tags/hollywood">hollywood</a></div>
<ol class="footnotes"><li id="footnote_0_101" class="footnote">Coringa, de Batman &#8211; 1989</li><li id="footnote_1_101" class="footnote">O primeiro e por enquanto único foi <strong>Peter Finch</strong> em Redes de Intrigas (1976) </li><li id="footnote_2_101" class="footnote">mesmo que abaixo assinado</li></ol>]]></content:encoded>
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		<title>Review do Livro dos C&#243;digos (Simon Singh)</title>
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		<pubDate>Sat, 09 Aug 2008 23:14:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diogo K.</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Seguindo a &#34;s&#233;rie&#34; de resenhas sobre livros, iniciada pelo nosso amigo MACSkeptic, um artigo ali&#225;s que gostei muito, me senti na vontade e obriga&#231;&#227;o cultural de fazer um review/resenha pessoal sobre um dos livros nerds que mais gostei nos &#250;ltimos tempos.

O Livro dos C&#243;digos do autor Simon Singh, &#233; realmente muito bom!
Para os mais experientes [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Seguindo a &quot;s&#233;rie&quot; de resenhas sobre livros, iniciada pelo nosso amigo MACSkeptic, um artigo ali&#225;s que gostei muito, me senti na vontade e obriga&#231;&#227;o cultural de fazer um review/resenha pessoal sobre um dos livros nerds que mais gostei nos &#250;ltimos tempos.</p>
<p><a target="_blank" href="http://www.editorarecord.com.br/detalhe.asp?titulolivro=2972&amp;busca_tipo=T&amp;busca_palavra=o%20livro%20dos%20codigos" target="_blank" class="broken_link"><img style="border-top-width: 0px; border-left-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-right-width: 0px" height="184" alt="211@210_163389" src="http://www.muitonerd.org/wp-content/uploads/2008/08/211210-163389.jpg" width="184" align="left" border="0" title="Review do Livro dos C&oacute;digos (Simon Singh)" /></a></p>
<p>O <em>Livro dos C&#243;digos</em> do autor Simon Singh, &#233; realmente muito bom!</p>
<p>Para os mais experientes em Criptografia, com certeza este n&#227;o &#233; o livro mais indicado, j&#225; que n&#227;o se at&#233;m apenas ao lado t&#233;cnico do assunto.</p>
<p>Entretanto recomendo mesmo assim aos mais experientes, pois o livro retrata a hist&#243;ria da criptografia, citando n&#227;o s&#243; as bases hist&#243;ricas da criptografia, come&#231;ando desde a &quot;ancestral&quot; da criptografia, a Esteganografia e indo at&#233; os conceitos da Criptografia Qu&#226;ntica.</p>
<p>&#201; uma narrativa que usa de v&#225;rios recursos de exemplos e simbolos para que at&#233; uma pessoa que n&#227;o entende nada de matem&#225;tica e computa&#231;&#227;o, consiga entender como funciona a criptografia, ou pelo menos entender como e porqu&#234; ela surgiu. Os motivos que levaram o ser humano a inventar tal &quot;arte&quot;.</p>
<p> <span id="more-95"></span>
<p>Mas o que &#233; criptografia? Bom, dificilmente voc&#234; n&#227;o deva saber, se est&#225; aqui nesse site. Deve ter pelo menos ouvido falar j&#225; em PGP, RSA, SHA-1 e outros jarg&#245;es desse mundo da criptografia digital. (Assunto alias que o livro <strong>tamb&#233;m</strong> cobre).</p>
<p>Bom a <a target="_blank" href="http://www.wikipedia.org/" target="_blank">Wikip&#232;dia</a> define:</p>
<p><strong><em>&quot;Criptografia</em></strong> <em>(Do <a target="_blank" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/L%C3%ADngua_Grega">Grego</a> krypt&#243;s, &quot;escondido&quot;, e gr&#225;phein, &quot;escrita&quot;) &#233; o estudo dos princ&#237;pios e t&#233;cnicas pelas quais a <a target="_blank" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Informa%C3%A7%C3%A3o">informa&#231;&#227;o</a> pode ser transformada da sua forma original para outra ileg&#237;vel, de forma que possa ser conhecida apenas por seu destinat&#225;rio (detentor da &quot;<a target="_blank" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Chave_criptogr%C3%A1fica">chave secreta</a>&quot;), o que a torna dif&#237;cil de ser lida por algu&#233;m n&#227;o autorizado. Assim sendo, s&#243; o receptor da mensagem pode ler a informa&#231;&#227;o com facilidade.&quot;</em></p>
<p>Bom, alguns podem considerar essa defini&#231;&#227;o errada. H&#225; at&#233; uma &quot;discuss&#227;o&quot; que o livro prop&#245;e. Mas vamos deixar de ser spoilers e deixar os pr&#243;ximos &#225;vidos leitores terem sua pr&#243;pria opini&#227;o sobre o assunto&#8230;</p>
<p>Uma das coisas que mais gostei desse livro foi saber como a criptografia esteve por tr&#225;s de tantos eventos que abalaram o mundo. E como o ser humano est&#225; sempre desafiando seus pr&#243;prios limites. Porque a cada &quot;cifra indecifr&#225;vel&quot; que se era criada, homens (code-breakers) usavam de sua genialidade para torn&#225;-las in&#250;teis da noite para o dia.</p>
<p>O livro ainda traz alguns desafios e outras informa&#231;&#245;es interessantes em seus anexos. O autor at&#233; publicou em seu site<sup>1</sup>) um arquivo zip com o conte&#250;do de todo o CD que deveria acompanhar o livro. S&#227;o v&#225;rios arquivos bem interessantes para se estudar as cifras mais famosas e os ataques &#224; elas.</p>
<p>Para quem ficou interessado, tenho duas dicas:</p>
<p>&#201; poss&#237;vel ler o primeiro cap&#237;tulo do livro na internet. Fu&#231;ando pela web, encontrei esse <a target="_blank" href="http://tigredefogo.wordpress.com/2008/01/03/livro-o-livro-dos-codigos-simon-singh-primeiro-capitulo/" target="_blank">blog</a><sup>2</sup>, que possui o primeiro cap&#237;tulo deste e de v&#225;rios outros livros.</p>
<p>E depois de ter o gostinho de ler essa amostra gr&#225;tis, se sentir empolgado, vale a pena a compra<sup>3</sup>!</p>
<p>&#201; um dos livros que eu recomendo pra qualquer pessoa!</p>
<p>p.s.: Gostou do livro do Dan Brown, o &quot;Fortaleza Digital&quot;? Leia esse livro e veja como a fic&#231;&#227;o imita a realidade e vice-versa.</p>
<ol class="footnotes"><li id="footnote_0_95" class="footnote"><a target="_blank" href="http://www.simonsingh.net">http://www.simonsingh.net/</a> (CD ROM</li><li id="footnote_1_95" class="footnote"><a target="_blank" href="http://tigredefogo.wordpress.com/2008/01/03/livro-o-livro-dos-codigos-simon-singh-primeiro-capitulo/">http://tigredefogo.wordpress.com/2008/01/03/livro-o-livro-dos-codigos-simon-singh-primeiro-capitulo/</a></li><li id="footnote_2_95" class="footnote"><a target="_blank" href="http://www.editorarecord.com.br/detalhe.asp?titulolivro=2972&amp;busca_tipo=T&amp;busca_palavra=o%20livro%20dos%20codigos" class="broken_link">http://www.editorarecord.com.br/detalhe.asp?titulolivro=2972&amp;busca_tipo=T&amp;busca_palavra=o%20livro%20dos%20codigos</a></li></ol>]]></content:encoded>
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		<title>[review] iPod Speaker &#8211; iSwing Koda</title>
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		<pubDate>Tue, 29 Jul 2008 16:50:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Toshiba</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Estava com a necessidade de um som pro meu notebook e al&#233;m disso um que pudesse transportar facilmente e ligar o iPod, fazendo assim a festa da garotada!
Dei uma pesquisada na internet, vi alguns reviews e fiquei fascinado com os Docking Sound das marcas de renome, Bose, Philips entre outras. Por&#233;m, n&#227;o estou nesse n&#237;vel [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.muitonerd.org/wp-content/uploads/2008/07/ip500.jpg"><img style="border-right: 0px; border-top: 0px; border-left: 0px; border-bottom: 0px" height="212" alt="ip500 thumb [review] iPod Speaker   iSwing Koda" src="http://www.muitonerd.org/wp-content/uploads/2008/07/ip500-thumb.jpg" width="284" align="left" border="0" title="[review] iPod Speaker   iSwing Koda" /></a>Estava com a necessidade de um som pro meu notebook e al&#233;m disso um que pudesse transportar facilmente e ligar o <strong>iPod</strong>, fazendo assim a festa da garotada!</p>
<p>Dei uma pesquisada na internet, vi alguns reviews e fiquei fascinado com os<strong> Docking Sound</strong> das marcas de renome, <strong><a target="_blank" href="http://www.bose.com/controller?event=view_product_page_event&amp;product=sounddock_multimedia_index">Bose</a></strong>, <strong><a target="_blank" href="http://www.consumer.philips.com/consumer/pt/br/consumer/cc/_productid_DCM230_55_BR_CONSUMER/Sistema-Docking-Entertainment+DCM230-55">Philips</a></strong> entre outras. Por&#233;m, n&#227;o estou nesse n&#237;vel ainda ent&#227;o procurei sa&#237;das um pouco mais baratas.</p>
<p>Encontrei o <strong>iSwing (IP500) </strong>da <strong><a target="_blank" href="http://www.kodastyle.com/">Koda</a></strong>, bom custo benef&#237;cio e cobrindo todas minhas expectativas. Comprei no Extra por R$216,00 sendo que no <a target="_blank" href="http://www.submarino.com.br/software_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=10&amp;ProdId=1871623&amp;ST=SR">Submarino</a> &#233; vendido por R$329,00. </p>
<h4>Pr&#243;s:</h4>
<ul>
<li>F&#225;cil transporte, a caixa &#233; pe&#231;a &#250;nica, o cabo a ser levado &#233; o adaptador de energia.</li>
<li>Linha de entrada de som, permitindo o uso como caixa de computador e dock sound pro iPod, diferentemente do Bose, que s&#243; pode ser utilizado com um iPod.</li>
<li>Caixa de pot&#234;ncia m&#233;dia/alta &#8211; 2 x 15W RMS.</li>
<li>Controle Remoto que permite acessar as fun&#231;&#245;es do iPod.</li>
<li>Design estiloso.</li>
<li>Tem sa&#237;da de v&#237;deo (S-Video e Composto) para assistir as tranqueiras do seu <strong>iPod Video</strong>.</li>
<li>Sa&#237;da USB, permite sincronizar o iPod com o computador.</li>
</ul>
<h4>Contras:</h4>
<ul>
<li>O aparelho mesmo s&#243; tem controles de volume e Power (bom, devem ter deduzido que se n&#227;o for utilizar o controle remoto voc&#234; deva apertar no seu iPod mesmo).</li>
<li>N&#227;o &#233; poss&#237;vel utilizar a entrada de som e o iPod ao mesmo tempo, a prioridade &#233; da aux in.</li>
<li>Tem um delay ao ligar e desliga automaticamente depois de alguns segundos sem som (&#233; meio complicado utilizar se voc&#234; n&#227;o est&#225; ouvindo m&#250;sica, ele fica ligando/desligando a cada barulinho do Windows). </li>
</ul>
<p>Voc&#234;s t&#234;m Docking Sound pros seus iPods, mp4, Foston, walkman, celular?</p>
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