Os tempos mudam, mas a lenda continua: um vilão sombrio, uma princesa em apuros, e um pequeno garoto com sua túnica verde é a única esperança de salvação para o reino. Como tantas outras lendas, a história de Link, Zelda e Gannon/Gannondorf sofreu várias alterações ao longo dos anos, contada e re-contada de tantas formas a cada nova geração. Um legado tão marcante que é difícil, senão impossível, encontrar uma outra franquia que seja tão marcante. Os 22 anos (é, estamos ficando velhos) de sua existência fizeram de Link e sua turma um dos ícones máximos do mundo dos games.
Nesse artigo tento contar um pouco da história de uma das maiores séries de toda a história dos games, mostrando o porque ela é tão importante e, quem sabe, transmitindo um pouquinho do que me faz ter tanto respeito, admiração e carinho pela Nintendo.
Antes de mais nada, aviso que deixei alguns jogos muitíssimo importantes de fora desse artigo – como o “Phantom Hourglass”, por exemplo – visto que o mesmo estava tornando-se demasiadamente extenso.
Outro ponto a se notar, é que este não é um post simplesmente sobre games, é algo para se considerar em nossas vidas, na forma como buscamos e encaramos desafios – ou nos aquietamos ante a comodidade de uma zona de conforto
Continua…
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Como muitos dos poucos de vocês que lêem este blog sabem – e sabem muito bem, pois faço questão de lembrá-los diariamente – sou um grande fan da Microsoft. Defendo o OS, as tecnologias, sou grande entusiasta do WPF e do Silverlight 2.0 (que espero ver ainda desbancando o flash(argh²) algum dia) [aliás tem vários podcasts na MSDN - for free - sobre isso pra quem se interessar... o material é bom para começar], pra não mencionar todo o framework .net e o XNA.
Pra mim, a Microsoft, assim como a Google e a Nintendo, são algumas das empresas mais importantes para a minha vida. Estimo que 90% das minhas atividades diárias (descontando-se o tempo que estou dormindo) são diretamente ligadas aos produtos destas empresas.
Mas nem tudo é um mar de #FF64C8′s…
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Cansado de ter que
ficar colocando seu e-mail em todos os sites que precisam de cadastro?
E ainda mais naqueles sites que você só quer uma coisa, e nunca mais vai entrar? Você está procurando por um driver, difícil de achar, e acha finalmente em um site! Mas esse site precisa de cadastro. E lógico que esse cadastro precisa que você forneça um monte de dados, inclusive uma confirmação de um e-mail válido. (Eles vão te mandar um e-mail para você clicar num link para confirmar autenticidade do e-mail).
É realmente um saco muito trabalhoso e até mesmo perigoso ficar colocando seus dados em sites que você não conhece. Fora aumentar a massa de SPAM que recebe. (Eu particularmente recebo uma média de 30 SPAMs por semana).
Ok, você pode falar: "Tudo bem, eu uso gmail, o filtro de SPAM deles é ótimo."
Mas procurando por uma solução pra esse cenário, achei algo interessante…
Leia mais sobre o Mailinator…
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A série é ambientada no futuro, por volta do ano 2500 – num cenário onde os recursos da terra já não comportam (há tempos) a raça humana. Com isso, passou a ser necessário estabelecer uma política expansionista no espaço.
O carro chefe da trama (ou nave chefe…) é a nave do capitão Reynolds – Serenity – cuja classe, “firefly”, dá nome à série.
![[Review] Firefly firefly front cover [Review] Firefly](http://www.muitonerd.org/wp-content/uploads/2008/08/firefly_front_cover.jpg)
O que torna firefly diferente do que se vê pelo vasto mundo sci-fi convencional é a riqueza e a atenção dadas à história em si, em detrimento da preocupação com apelo e estratégias de marketing tão comuns na atual conjetura televisiva. Em um daqueles típicos bonus de DVD`s de séries, contendo entrevistas exclusivas e um pouco de backstage, o autor e diretor – Joss Whedon – afirma que seu grande interesse com a série era contar uma história. Um dos momentos mais marcantes da entrevista vem dele próprio, Whedon, dizendo que pedia aos cinegrafistas para propositalmente deixar a câmera balançar, perder foco e enquandramento em algumas cenas – visando colocar o expectador dentro do espetáculo.
De um modo geral, o mundo recebeu firefly de um modo muito extremista, podendo separar a aceitação da obra em dois grupos:
- Aqueles que se apaixonaram pela trama em poucos minutos;
- Aqueles que não compreenderam a intenção de Whedon e prefeririam algo mais hollywoodiano.
Infelizmente a maior parte da audiência da FOX na época pertencia ao segundo grupo, o que fez com que o show se transformasse em uma verdadeira catástrofe do ponto de vista financeiro.
Embora eu tenta tentado evitar, o que segue conterá alguns spoilers sobre o enredo… considere-se avisado!
Interessou? veja o review detalhado…
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Estava a muito tempo querendo assistir esse filme!
Eu sou um fã desse herói desde a época em que eu lia os gibis da DC! Nem vou me dar ao trabalho de explicar o porquê.
Um dos melhores filmes dos últimos 10 anos!!! Excelente atuação por parte do ator Heath Ledger, um roteiro que prende o espectador, uma história cheia de reviravoltas, e lógico, um pouco de exageros…
Aos fãs do homem-morcego (boa parte do nosso público, imagino) deixem me contar um pouco da minha epopéia para assitir esse filme…
Leia a seguir minha triste história!
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Seguindo a "série" de resenhas sobre livros, iniciada pelo nosso amigo MACSkeptic, um artigo aliás que gostei muito, me senti na vontade e obrigação cultural de fazer um review/resenha pessoal sobre um dos livros nerds que mais gostei nos últimos tempos.

O Livro dos Códigos do autor Simon Singh, é realmente muito bom!
Para os mais experientes em Criptografia, com certeza este não é o livro mais indicado, já que não se atém apenas ao lado técnico do assunto.
Entretanto recomendo mesmo assim aos mais experientes, pois o livro retrata a história da criptografia, citando não só as bases históricas da criptografia, começando desde a "ancestral" da criptografia, a Esteganografia e indo até os conceitos da Criptografia Quântica.
É uma narrativa que usa de vários recursos de exemplos e simbolos para que até uma pessoa que não entende nada de matemática e computação, consiga entender como funciona a criptografia, ou pelo menos entender como e porquê ela surgiu. Os motivos que levaram o ser humano a inventar tal "arte".
Mas o que é criptografia…?
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Posted by Toshiba on July 29th, 2008
Estava com a necessidade de um som pro meu notebook e além disso um que pudesse transportar facilmente e ligar o iPod, fazendo assim a festa da garotada!
Dei uma pesquisada na internet, vi alguns reviews e fiquei fascinado com os Docking Sound das marcas de renome, Bose, Philips entre outras. Porém, não estou nesse nível ainda então procurei saídas um pouco mais baratas.
Encontrei o iSwing (IP500) da Koda, bom custo benefício e cobrindo todas minhas expectativas. Comprei no Extra por R$216,00 sendo que no Submarino é vendido por R$329,00.
Prós:
- Fácil transporte, a caixa é peça única, o cabo a ser levado é o adaptador de energia.
- Linha de entrada de som, permitindo o uso como caixa de computador e dock sound pro iPod, diferentemente do Bose, que só pode ser utilizado com um iPod.
- Caixa de potência média/alta – 2 x 15W RMS.
- Controle Remoto que permite acessar as funções do iPod.
- Design estiloso.
- Tem saída de vídeo (S-Video e Composto) para assistir as tranqueiras do seu iPod Video.
- Saída USB, permite sincronizar o iPod com o computador.
Contras:
- O aparelho mesmo só tem controles de volume e Power (bom, devem ter deduzido que se não for utilizar o controle remoto você deva apertar no seu iPod mesmo).
- Não é possível utilizar a entrada de som e o iPod ao mesmo tempo, a prioridade é da aux in.
- Tem um delay ao ligar e desliga automaticamente depois de alguns segundos sem som (é meio complicado utilizar se você não está ouvindo música, ele fica ligando/desligando a cada barulinho do Windows).
Vocês têm Docking Sound pros seus iPods, mp4, Foston, walkman, celular?
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