Completando o clima de saudosismo e reverência ao zelda, vou deixar aqui algo que marcou minha passagem pela UFSCar, o projeto final de computação gráfica (sou bacharel em ciência da computação, tendo ingressado em 2004).
Os requerimentos para este projeto eram mais ou menos esses:
Nada de ferramentas de modelagem (C4D, 3DSMAX, Maya, Blender, enfim…)
Nada de objetos já prontos, apenas sendo importados
Deve-se usar curvas de Hermite para alguma coisa (sugestão: movimento da câmera ou controle de aceleração de objetos)
Devem ser renderizados pelo menos N (se não me engano N eram 2) objetos definidos por vértices.
E eis o resultado:
O projeto foi desenvolvido utilizando C#, com o port de openGL CsGL. O CsGL foi descontinuado, hoje a melhor opção para quem quer usar openGL com C# é o TAO Framework.
Esse foi um dos pouquíssimos trabalhos que não passou pelo controle de qualidade infalível do Jedi (Vinicius Pereira) – o cara que acha (pelo menos) um bug nas páginas do Terra por semana, mas felizmente deu tudo certo.
Devem ser dados os devidos créditos a:
Jackson Borsatto: por descobrir como funciona o esquema das texturas e dos sons
Os tempos mudam, mas a lenda continua: um vilão sombrio, uma princesa em apuros, e um pequeno garoto com sua túnica verde é a única esperança de salvação para o reino. Como tantas outras lendas, a história de Link, Zelda e Gannon/Gannondorf sofreu várias alterações ao longo dos anos, contada e re-contada de tantas formas a cada nova geração. Um legado tão marcante que é difícil, senão impossível, encontrar uma outra franquia que seja tão marcante. Os 22 anos (é, estamos ficando velhos) de sua existência fizeram de Link e sua turma um dos ícones máximos do mundo dos games.
Nesse artigo tento contar um pouco da história de uma das maiores séries de toda a história dos games, mostrando o porque ela é tão importante e, quem sabe, transmitindo um pouquinho do que me faz ter tanto respeito, admiração e carinho pela Nintendo.
Antes de mais nada, aviso que deixei alguns jogos muitíssimo importantes de fora desse artigo – como o “Phantom Hourglass”, por exemplo – visto que o mesmo estava tornando-se demasiadamente extenso.
Outro ponto a se notar, é que este não é um post simplesmente sobre games, é algo para se considerar em nossas vidas, na forma como buscamos e encaramos desafios – ou nos aquietamos ante a comodidade de uma zona de conforto
Como já deve ter percebido, estamos implantando algumas mudanças de visual aqui no blog.
Ainda não é nada definitivo, e a coisa está meio que em live beta – aguardando a aprovação dos outros editores pro meu saturday morning code =).
Ainda não consegui domar o wordpress pra me permitir inserir um CSS alternativo, queria deixar a página com essa cara aqui. Naturalmente, por mais que seja um efeito legal, não é algo pra ser o tema padrão porquê é pesado e cansativo. Mas, se descobrir como adicionar estilos alternativos com certeza este será um deles.
Uma feature que já está de pé é o sistema de avatares nos comentários.
Para ter o seu, basta associar seu e-mail a uma imagem neste site e pronto.
Pra quem não cadastrou o e-mail lá… é gerada uma imagem aleatória com base no hashcode do seu e-mail. Ou seja, mesmo que não tenha sido realizado o cadastro, sempre que você postar com o mesmo e-mail, terá o mesmo avatar =).
Como muitos dos poucos de vocês que lêem este blog sabem – e sabem muito bem, pois faço questão de lembrá-los diariamente – sou um grande fan da Microsoft. Defendo o OS, as tecnologias, sou grande entusiasta do WPF e do Silverlight 2.0 (que espero ver ainda desbancando o flash(argh²) algum dia) [aliás tem vários podcasts na MSDN - for free - sobre isso pra quem se interessar... o material é bom para começar], pra não mencionar todo o framework .net e o XNA.
Pra mim, a Microsoft, assim como a Google e a Nintendo, são algumas das empresas mais importantes para a minha vida. Estimo que 90% das minhas atividades diárias (descontando-se o tempo que estou dormindo) são diretamente ligadas aos produtos destas empresas.
O título deste post “My Hobby” é inspirado nas tirinhas do Randall no XKCD – muitas delas têm esse título, quando vai ser mostrado um comportamento peculiar, meio que irritante, mas que é um hobby.
Quantos de nós, muito nerds não temos nossos hobbies muito nerds?
Um dos meus favoritos é realizar discussões filosóficas muito nerds out of nowhere…
O que vem a seguir é uma interpelação entre mim e um grande amigo – como o papo foi pra lá de muito nerd (o que acontece com BASTANTE frequência nas nossas conversas…), achei que caberia compartilhar (com a aprovação dele, é claro).
Após semanas de espera, vêm aí, mais um “Melhores Links do BCC03”!! Sinto muito pelo período “On Hold” dos meus posts…
Sei que a desculpa de “Estou sem tempo” não é válida. Sempre que penso nessa frase lembro do meu célebre amigo Pablito (MAT03), que dizia “Você tem tempo pra um monte de besteira, ‘não tem tempo’ é o c@#@&*”. E até hoje se faz verdade.
Mas tava difícil, minha inbox do gmail chegou a ter 100 e-mails não lidos nessa semana..
Seguem algumas das pérolas do nosso grupo de e-mail:
Encontramo-nos inseridos em um cenário onde os profissionais de TI são, muito provavelmente, os mais importantes e imprescindíveis na nossa sociedade e na nossa vida de um modo geral.
O dinheiro que entra e sai de sua conta, cada telefonema realizado, a partida dada no carro ou a passagem de um billhete único no metrô… tudo depende de um software rodando, seja ele pequeno, médio ou grande. Por detrás de cada pequena “mágica” que passa desapercebida no nosso dia a dia – lá está ele!
O que eu venho dizer aqui hoje é bastante relacionado com isso – e creio que esteja dentro do escopo deste blog (dado o público alvo, afinal, muito nerd, que é muito nerd, programa nem que seja por hobby).
Com a evolução da ciência e tecnologia ao longa da história, foram surgindo os grandes modelos de produção… do “Fordismo” e “Taylorismo” ao “Toyotismo” (que futuramente deu origem ao “Lean”). O mesmo é válido para o desenvolvimento de software.
Navegando pelos turbulentos mares da interweb, encontrei uma busca diferente, baseada na porcentagem de cada cor presente em imagens.
O Multicolr Search Lab dispõe uma palheta de cores para o usuário clicar, possibilitando a seleção de até 10 cores como base. O resultado da busca é uma galeria de imagens cuja composição se baseia na proporção de cada cor escolhida. Meio complicado de descrever, como dizem, uma imagem vale mais que mil palavras:
O site utiliza como base o Flickr para a busca das imagens.
Quem se interessar pela ferramenta pode conferir aqui. Há também uma opção para escolher uma imagem (via URL ou upload) para que sejam buscadas outras imagens cuja composição/proporção das cores é semelhante – o que pode ser conferido aqui.
E aí fica a pergunta, como implementaram algo assim? Redes neurais parece ser a opção mais imediata para tal.
E aí, quem se habilita a decifrar o algoritmo por detrás do “brinquedo”?
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